Palestras e oficinas vão abordar processos criativos na educação musical


Música & Cultura cópia

Estão abertas, até 16 de junho, as inscrições para o seminário Processos Criativos na Educação Musical, que será realizado nos dias 17 e 18, no campus Pampulha.

Podem se inscrever alunos e professores de quaisquer instituições e demais interessados no tema. Para participar da atividade, gratuita, é necessário preencher cadastro prévio no site do seminário.

Iniciativa do Centro de Musicalização Infantil (CMI) da Escola de Música, o evento vai discutir temas relacionados às atuais políticas públicas de educação que buscam o encontro entre música e escola. Além de palestras e oficinas, haverá homenagem a Hans-Joachim Koellreutte, ex-professor visitante da UFMG, e comemorações pelos 90 anos da Escola de Música e pelos 30 anos do CMI. […]

Veja a programação em https://www.ufmg.br/online/arquivos/038703.shtml

José de Souza Martins fala sobre as raízes dos linchamentos no Brasil


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José de Souza Martins fala sobre as raízes dos linchamentos no Brasil

 Sociólogo participa do módulo  Autografias do

Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc no dia 10 de junho.

O Brasil está entre os países que mais lincham no mundo. Nos dias de hoje, há aqui um linchamento ou tentativa por dia. Essas ações, motivadas por atos gravíssimos, culminam no trucidamento violento dos acusados e não têm sido raros, entre nós, os linchamentos motivados por medos arcaicos, temores sem fundamento ou descrença nas instituições responsáveis pelo policiamento e pela Justiça. Os linchamentos evidenciam a crise da ordem social. O imaginário do medo cria as situações, os cenários e as ações da justiça supressiva da turba enlouquecida. A crueldade da multidão é demarcada e regulada por valores e procedimentos do justiçamento arcaico, que nos remetem a normas e critérios da Inquisição. Pouco diferem os linchamentos de hoje dos que já eram praticados desde o primeiro de que se tem notícia, em 1585.

Para falar sobre esse assunto, o sociólogo José de Souza Martins participa do módulo Autografias, do Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc, no dia 10 de junho, tema de seu livro mais recente, Linchamentos: a justiça popular no Brasil. O livro busca as raízes profundas do justiçamento de rua no Brasil. Segundo dados coletados em suas pesquisas, Martins afirma que, nos últimos 60 anos, cerca de um milhão de brasileiros já participaram de, pelo menos, um ato de linchamento ou de uma tentativa. 

Sobre o autor

José de Souza Martins, dos mais importantes cientistas sociais do Brasil. Professor titular aposentado de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, foi eleito fellow de Trinity Hall e professor da cátedra Simón Bolívar da Universidade de Cambridge. 

Autografias: apresentação de livros recém-lançados e encontros com autores.

Linchamentos: a justiça popular no Brasil.

Dia 10 de junho de 2015. Quarta, das 19h30 às 21h30.

Recomendação etária: 16 anos. Número de vagas: 30.

Inscrições a partir do dia 25 de maio pelo site ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.

 

Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc

Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar.

Tel: 3254-5600

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FONTE: Rita Solimeo Marin / Assessoria de Imprensa

Ciclo aborda influência de Michel Foucault no pensamento do século XX


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Ciclo aborda influência de Michel Foucault

no pensamento do século XX

 Loucura, Punição e Poder, Sexualidade e Biopolítica

serão abordados durante o evento

Poucos intelectuais foram tão influentes no século XX, em tantas áreas do conhecimento, como Michel Foucault. Entre suas inúmeras contribuições, mostrou como o discurso científico – filosófico, médico, psicológico, psiquiátrico, criminológico, histórico – não se dissocia de um projeto político. Nesse sentido, revolucionou paradigmas acadêmicos exercendo simultaneamente o papel de militante libertário, em uma época de profundas transformações sociais e efervescência cultural, conforme testemunham Maio de 68, A Revolução Iraniana de 1979, a Revolução Sexual e a disseminação da AIDS.

Abordar os conceitos e obras fundamentais deste pensador é a proposta do Ciclo Michel Foucault, que o Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc realiza de 10 a 24 de junho. 

Os professores Vera Portocarrero (UERJ), Marcos César Alvarez (FFLCH/USP), Margareth Rago (UNICAMP) e André Constantino Yazbek (UFF) apresentam em quatro encontros aspectos da obra de Foucault relacionados à loucura, à punição e poder, à sexualidade e à biopolítica.

Confira a programação completa: 

10/6 – Foucault e a História da loucura

“A História da loucura” trata da questão da experiência da loucura na modernidade por meio de uma arqueologia da percepção. Seus antecedentes encontram-se num gesto que divide e exclui da ordem da razão o Outro (louco, doente mental, anormal, talvez, hoje, indivíduo ou população portadores de transtorno). Na contramão das histórias da psiquiatria, a loucura não é abordada em termos de conhecimento médico-científico da essência ou natureza da loucura. Ela é escavada, no nível simbólico, da experiência e de suas condições de possibilidade: práticas sociais, políticas e econômicas, saberes médicos e artes. Apesar de histórica, apresenta-se como ferramenta para uma problematização original de formas de governo de si e dos outros, de resistências possíveis, ante aquilo que fomos determinados a pensar, ver e ser em nossa atualidade “normal”.

Com Vera Portocarrero, Professora Titular de Filosofia da UERJ, Professora do Programa de Pós-graduação em Filosofia da UERJ, Pesquisadora do Prociência/ FAPERJ. Tradutora, organizadora e autora de diversos livros e artigos nacionais e internacionais sobre filosofia e história da ciência, ética e filosofa política. 

12/6 – Punição e poder em Michel Foucault

Michel Foucault foi um crítico das relações entre formas de conhecimento e formas de poder, dos mecanismos sociais e simbólicos de exclusão, de divisão e de controle que condenam indivíduos e grupos aos submundos da anormalidade, aos porões das instituições de sequestro e de vigilância, ao aprisionamento existencial em identidades subordinadas e desviantes.

Caracterizar a trajetória intelectual desse autor, bem como ressaltar sua discussão sobre o poder nas sociedades modernas e contemporâneas, com ênfase nos seus estudos sobre o tema da punição é a proposta deste encontro, que também destaca como seu pensamento permite investigar questões da atualidade. 

Com Marcos César Alvarez, professor de Sociologia no curso de Ciências Sociais da FFLCH/USP, pesquisador do Laboratório de Pesquisas Sociais e do Núcleo de Estudos da Violência. 

17/6 – A História da sexualidade

A História da Sexualidade, desenvolvida por Foucault em três volumes – I. A vontade de saber, II. O uso dos prazeres e III. O cuidado de si – problematiza a relação com o sexo que se desenvolveu no Ocidente, desde o século XIX, contrastando fortemente com a experiência vivida na Antiguidade Clássica. Foucault pergunta por que o sexo ganhou uma centralidade tão grande na Modernidade, a ponto de servir de referência para a classificação dos indivíduos de todas as classes, etnias, nacionalidades, em duas categorias sexuais normativas e hierárquicas: os heterossexuais e os homossexuais. Discute por que o sexo e não outras dimensões da vida humana, como a alimentação, foi usado como objeto de conhecimento científico capaz de definir a verdade do sujeito e como estratégia de poder para legitimar formas sofisticadas de exclusão. Em contraste, mostra como os gregos e romanos criaram outros modos de pensar, interpretar e experimentar o sexo e a constituição da subjetividade. 

Com Margareth Rago, professora titular do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e foi professora-visitante no Connecticut College, nos Estados Unidos e na Universidade de Columbia, em Nova York. 

24/6 – Foucault e a biopolítica

Em A vontade de saber, primeiro volume de sua História da sexualidade, Michel Foucault faz uso da noção de biopolítica para referir-se ao que seria uma mudança nas estratégicas globais de exercício do poder político nos estados modernos: se para as formas clássicas da soberania régia, a vida natural, como fruto da criação, era politicamente indiferente, já em meados do século XVIII a regulação massiva da vida, compreendida em seus processos biológicos fundamentais torna-se a finalidade mesma dos cálculos e operações das políticas de estado e governança.

Este encontro retoma o tema da biopolítica em Foucault com vistas a demarcar o lugar de atualidade e os modos de operação de um poder que representa, a um só tempo, um adestramento dos corpos e um controle normativo das populações. 

Com André Constantino Yazbek, professor de Filosofia Contemporânea do Departamento de Filosofia da Universidade Federal Fluminense (UFF). 

Ciclo Michel Foucault

Dias 10, 12, 17 e 24 de junho de 2015. Quartas e sexta, 19h30 às 21h30.

Recomendação etária: 16 anos. Número de vagas: 30.

R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública); R$ 15,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes). O valor da inscrição é válido para todos os encontros.

Inscrições a partir do dia 25 de maio pelo site ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.  

Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc

Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar.

Tel: (11) 3254-5600

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FONTE: Rita Solimeo Marin / Assessoria de Imprensa

46º Festival de Inverno de Campos do Jordão


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46º FESTIVAL DE INVERNO DE CAMPOS DO JORDÃO | 04 DE JULHO A 02 DE AGOSTO DE 2015

Orquestra do Festival com Marin Alsop, 2014 (foto: Rodrigo Rosenthal)

Com cerca de 75 concertos, a maioria gratuitos, e a participação de renomados solistas e grupos nacionais e internacionais, o 46º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão acontece entre os dias 04 de julho e 02 de agosto, oferecendo os melhores concertos, e com novidades na área pedagógica. Na última semana, de 27/07 a 02/08,será realizada também a segunda edição do Festival Coral.

O esperado evento apresenta, tradicionalmente, uma extensa programação musical, sobretudo nos palcos oficiais de Campos do Jordão – Auditório Claudio Santoro, Espaço Cultural Dr. Além e a Praça do Capivari, e outros –, além de concertos na Sala São Paulo.

O principal destaque é a Orquestra do Festival, formada pelos bolsistas, que apresentará três programas: o primeiro comandado pela regente Sian Edwards (Chefe do Curso de Regência da Royal Academy), nos dias 11/07 (Auditório Claudio Santoro) e 12/07 (Sala São Paulo), tendo como solista convidado o violinista brasileiro Luíz Filíp (Filarmônica de Berlim); o segundo sob a regência de Marin Alsop (Diretora musical e regente titular da Osesp), nos dias 18/07 (Auditório Claudio Santoro) e 19/07 (Sala São Paulo); e o terceiro regido pelo celebrado Eji Oue (Filarmônica da Rádio NDR de Hannover), nos dias 25/07 (Auditório Claudio Santoro) e 26/07 (Sala São Paulo), marcando o encerramento das atividades pedagógicas.

Destaque também para a Camerata do Festival, formada pelos alunos com bolsas parciais desta edição, e dedicada ao repertório dos períodos clássico e romântico, sob a regência do maestro assistente Yuri Azevedo e dos bolsistas de regência.

A abertura oficial será no dia 04/07, com um concerto da Osesp e do Coro da Osesp sob a regência de Marin Alsop, interpretando Os Planetas, de Holst, e o encerramento, no dia 02/08, com a Osesp sob a regência de Giancarlo Guerrero, tendo como solista convidado o violonista Manuel Barrueco, que toca o Concerto Para Violão, de Villa-Lobos, e com a participação do Coro da Osesp e do Coro do Festival, interpretando a Cantata Criolla, de Antonio Estévez. As apresentações acontecem no Auditório Cláudio Santoro, em Campos do Jordão. 

Entre os solistas convidados estão o violoncelista Antonio Meneses, a violista Anna Serova, o trompetista Pacho Flores, o fagotista Martin Kuusmann e o clarinetista Michael Collins.. Entre as atrações de câmara estão o Brodsky Quartet, de Londres (Quarteto de cordas residente do Festival), o Duo Assad (violões), o Cavatina Duo, de Chicago (flauta e violão), o Quarteto Osesp e o Quinteto Villa-Lobos. As orquestras participantes incluem a Orquestra Sinfônica de Heliópolis, a Filarmônica de Goiás, a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo, a Orquestra Sinfônica da USP e a Orquestra Sinfônica de Campinas.

 O Festival é uma realização da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, em parceria com a Fundação Osesp, a Prefeitura de Campos do Jordão e a iniciativa privada, e tem direção executiva de Marcelo Lopes, direção artística de Arthur Nestrovski, coordenação artístico-pedagógica de Fábio Zanon e consultoria artística de Marin Alsop. 

NÚCLEO PEDAGÓGICO DO FESTIVAL

Ao longo de três semanas, de 05 a 26 de julho, todas as atividades do núcleo pedagógico estarão concentradas naSala São Paulo, na capital paulista. Os  bolsistas de instrumento, composição e regência terão aulas, masterclasses e ensaios na casa da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, tendo a oportunidade de usufruir de toda a sua estrutura, assistir aos concertos da Osesp e ainda conviver de perto com seus músicos.

O 46º Festival receberá até 144 alunos com bolsa integral, que terão hospedagem, transporte e alimentação totalmente subsidiados pelo evento. Outros 50 contarão com bolsa parcial e carga horária menor, e formarão a Camerata do Festival, voltada para o período clássico e romântico, apresentando-se sob o comando do maestro assistente Yuri Azevedo e dos bolsistas de regência. A definição de bolsa integral ou parcial se dará mediante classificação.

Como é tradição, os bolsistas farão parte da programação artística do Festival, apresentando-se com a Orquestra do Festival em três programas diferentes, regidos por Sian Edwards, Marin Alsop e Eiji Oue, em concertos tanto no Auditório Claudio Santoro, em Campos do Jordão, como na Sala São Paulo. Os recitais de alunos em formações de câmara serão realizados na Sala do Coro, na São Paulo, sempre com entrada franca.

O encerramento das atividades pedagógicas acontecerá com um concerto da Orquestra do Festival, regida por Eiji Oue, no dia 26/07, na Sala São Paulo, ocasião em que serão entregues os prêmios aos alunos de destaque. 

FESTIVAL CORAL

Na última semana do 46º Festival de Inverno de Campos do Jordão, de 27/07 a 02/08, será realizado o Festival Coral, sob a coordenação de Naomi Munakata (a primeira edição aconteceu em abril de 2014). O Coro do Festival, formado por aproximadamente 40 bolsistas, será regido por Carlos Fernandez Aransay, maestro espanhol radicado em Londres. Na programação, apresentam-se também os Coros da Osesp, Acadêmico, Infantil e Juvenil da Osesp, além do Coral Jovem do Estado, da Capella Paulistana e do Coral Paulistano.Todas as atividades pedagógicas do Festival Coral também serão realizadas na Sala São Paulo.

PRÊMIOS E BOLSAS

Prêmio Eleazar de Carvalho, oferecido pela Secretaria Estadual de Cultura, por intermédio da Fundação Osesp, contemplará o bolsista que mais se destacar nessa edição, concedendo a ele uma bolsa de US$ 1,4 mil (um mil e quatrocentos dólares) mensais para estudar por um período de até nove meses em uma instituição estrangeira de sua escolha, além de ter cobertas as despesas de translado entre o Brasil e o exterior.

As instituições internacionais parceiras – Royal Academy of Music, de Londres, Real Conservatório de Haia, Peabody Institute, de Baltimore, e École Normale de Musique, de Paris – oferecerão bolsas de estudo, com todas as despesas pagas, por diferentes períodos, para os alunos brasileiros selecionados. 

DESTAQUES DO FESTIVAL| ARTISTAS

SOLISTAS (Lista Seleta)

Antonio Meneses, violoncelo (Brasil)

Anna Serova, viola (Rússia)

Luíz Filíp, violino (Brasil/ Filarmônica de Berlim)

Michael Collins, clarinete (Inglaterra)

Pacho Flores, trompete (Venezuela)

Manuel Barrueco, violão (Cuba/EUA)

Simon Diricq, saxofone (Bélgica)

Martin Kuuskmann, fagote (Estônia/EUA)

Hugo Pilger (violoncelo/ Quarteto Radamés Gnatalli)

Bárbara Galante (violino) – grande Prêmio Eleazar de Carvalho do 45º Festival 

MÚSICA DE CÂMARA

Quarteto Brodsky (Londres)

Cavatina Duo (Chicago)

Duo Assad

Quarteto Osesp

Quarteto Maogani

Quinteto de Fagotes da Osesp

Quinteto Villa-Lobos 

ORQUESTRAS (Lista Seleta)

Orquestra do Festival

OSESP

Orquestra Sinfônica de Heliópolis

Orquestra Filarmônica de Goiás/ Neil Thomson (pela primeira vez no Festival e em São Paulo, com Antonio Meneses como solista)

Orquestra Sinfônica de Campinas/ Victor Hugo Toro (comemora 60 anos retornando ao Festival depois de seis anos de ausência)

Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo/John Neschling 

REGENTES (Lista Seleta)

Marin Alsop (EUA, consultora do Festival, OSESP)

Eiji Oue (Japão, Filarmônica da Rádio NDR de Hannover)

Sian Edwards (Royal Academy)

Isaac Karabtchevsky (Orquestra Sinfônica de Heliópolis)

Neil Thompson (Filarmônica de Goiás) 

DESTAQUES DO FESTIVAL| PROFESSORES

VIOLINO

Daniel Rowland (Inglaterra, Quarteto Brodsky)

Ian Belton (Inglaterra, Quarteto Brodsky)

Emmanuele Baldini (Itália/Brasil, OSESP)

Luíz Filíp (Brasil/Alemanha, Orquestra Filarmônica de Berlim)

Rosnei Tuon (Brasil/Suíça, Orquestra de la Suisse Romande)

Nicolas Koeckert (Alemanha, Conservatório da Universidade de Viena)

Elisa Fukuda (Brasil, Camerata Fukuda)

Daniel Guedes (UFRJ)

Alessandro Borgomanero (Camerata Filarmônica de Goiás)

VIOLA

Paul Cassidy (Inglaterra, Quarteto Brodsky)

Anna Serova (Rússia)

Horácio Schaefer (OSESP)

Peter Pas (OSESP)

VIOLONCELO

Jacqueline Thomas (Inglaterra, Quarteto Brodsky)

Antonio Meneses (MASTERCLASS)

Anssi Karttunen (Finlândia)

Wilson Sampaio (OSESP)

Hugo Pilger (Quarteto Radamés Gnatalli)

Fábio Presgrave (Federal do Rio Grande do Norte)

CONTRABAIXO

Pedro Gadelha (OSESP)

Christian Stach (Sinfônica WDR, de Colônia)

FLAUTA

Eugenia Moliner (Espanha/EUA, Cavatina Duo, Roosevelt University de Chicago)

Marcelo Barboza (OSTM-SP)

Maurício Freire (UFMG)

OBOÉ

Isaac Duarte (Brasil/Suíça, Orquestra Tonnhalle de Zurique)

Washington Barella (Brasil/Alemanha, Universidade das Artes de Berlim)

Arcádio Minczuk (OSESP)

CLARINETE

Michael Collins (Inglaterra, solista e maestro)

Ovanir Buosi (OSESP)

FAGOTE

Martin Kuuskmann (Estônia/EUA, Cornish College de Seattle)

Alexandre Silvério (OSESP)

Fabio Cury (OSTM – SP)

TROMPETE

Pacho Flores (Venezuela)

Flávio Gabriel (OSESP)

Gilberto Siqueira (OSESP)

TROMPA

Martin Owen (Inglaterra, Royal Academy)

Nikolay Genov (OSESP)

Luiz Garcia (OSESP 

TROMBONE

Pete Saunders (Conservatório Real de Haia, Holanda)

Wagner Polistchuk (OSESP)

Dárcio Gianelli (OSESP)

TUBA

Marcos dos Anjos (OSESP)

HARPA

Liuba Klevtsova (OSESP)

Paola Baron (OSTM-SP)

Cristina Braga (UFRJ / Theatro Municipal do Rio de Janeiro)

PERCUSSÃO

Eduardo Gianesella (OSESP)

Ricardo Bologna (OSESP)

Eduardo Leandro (Stony Brook University, EUA)

VIOLÃO

Denis Azabagic (Bósnia-Herzegovina/EUA, Duo Cavatina, Roosevelt University de Chicago)

Duo Assad (Masterclass)

PIANO Eduardo Monteiro (USP)

Michael Sheppard (EUA)

COMPOSIÇÃO

Aylton Escobar

REGÊNCIA

Marin Alsop (Diretora musical e regente titular da Osesp)

Sian Edwards (Chefe do Curso de Regência da Royal Academy, de Londres)

Eji Oue(Filarmônica da Rádio NDR de Hannover) 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

http://www.festivalcamposdojordao.org.br/

FONTE: Imprensa@osesp.art.br

Frei Betto, Candido Mendes de Almeida, Xikito Affonso Ferreira, entre outros, participam de ciclo sobre Tristão de Athayde no Sesc


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Sesc apresenta ciclo de encontros sobre vida e obra de Tristão de Athayde

Frei Betto, Alceu Amoroso Lima Filho, Candido Mendes de Almeida, Xikito Affonso Ferreira, Francisco Alambert, entre outros palestrantes, apresentam aspectos da vida e da obra do crítico literário que teve importante papel nas denúncias das violações dos diretos humanos durante a ditadura militar.   

Apresentar ao público aspectos da obra e da época de Alceu Amoroso Lima (pseudônimo: Tristão de Athayde) é o principal foco do Ciclo Tristão de Athayde: o pensamento e a época de Alceu Amoroso Lima que o Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc realiza de 10 de junho a 8 de julho.

Alceu Amoroso Lima estreou, em 1919, na crítica literária, para a qual desenvolveu um método inovador (o expressionismo) e foi um dos primeiros a apoiar a Semana de Arte Moderna. Por meio de cartas e das colunas nos jornais, manteve um diálogo intenso com intelectuais como Sergio Buarque de Holanda, Oswald e Mario de Andrade, ao que se juntaria uma destacada atuação na década de 1930 nos bastidores da política durante o regime Vargas. A experiência da II Guerra Mundial e do Estado Novo alterou sua visão sobre a política e a sociedade de modo indelével, como comprovam as cartas enviadas à filha que se fez monja a partir de 1953, ou as trocadas com Frei Betto e Leonardo Boff. Na vida pública, ocupou a linha de frente na denúncia às frequentes violações dos direitos humanos durante a ditadura civil-militar de 1964.

Os cinco encontros que compõem o ciclo têm como convidados Frei Beto, Francisco Alambert, Xikito Affonso Ferreira, Candido Mendes de Almeida, Leandro Garcia Rodrigues, Alceu Amoroso Lima Filho, Agueda Bittencourt, Marcelo Timótheo da Costa e Alessandro Garcia, e é voltado não só para o público acadêmico, mas também para estudantes de letras, jornalismo, ativistas políticos, lideranças diversas e interessados no pensamento e legado intelectual de Alceu Amoroso Lima.  

Confira a programação: 

10/6 – A cena cultural dos anos 1930

Com Francisco Alambert, professor de História na USP. Possui vários trabalhos na temática da história da cultura, história da arte, intelectuais, modernismo e crítica de arte. 

17/6 – Tristão na memória e na história do Brasil

Com Xikito Affonso Ferreira, empresário e jornalista. Autor de dois livros: Estarei delirando? (2013) e Histórias de meu avô Tristão (2015).

Com Candido Mendes de Almeida, escritor membro da ABL, reitor da Universidade Candido Mendes e embaixador da Boa Vontade para a Aliança das Civilizações. 

24/6 – A correspondência de Tristão de Athayde e a luta pelos direitos humanos

Com Frei Betto, autor de 60 livros, vários dos quais traduzidos para outras línguas. É jornalista e possui larga experiência com movimentos sociais.

Com Leandro Garcia Rodrigues, doutor em Estudos Literários (PUC-RJ) e professor titular de Literatura Brasileira da Universidade Católica de Petrópolis.

Com Alceu Amoroso Lima Filho, empresário e ex-presidente do Instituto Jacques Maritain. 

1/7 – Tristão de Athayde na crítica de cultura e na educação

Com Guilherme Ramalho Arduini, doutor em Sociologia (USP) e mestre em História (Unicamp). É autor de Em busca da Idade Nova: Amoroso Lima e os projetos católicos de organização social (1928-1945).

Com Agueda Bittencourt, professora da Unicamp com pós-doutorado pela École de Hautes Études en Sciences Sociales (Paris). É autora de Anísio Teixeira: Origines internationales d’ un nationalisme pédagogique. 

8/7 – Os diálogos internacionais de Tristão de Athayde

Com Candido Moreira Rodrigues, professor de História na UFMG e autor de Aproximações e conversões: o intelectual Alceu Amoroso Lima no Brasil dos anos 1928 – 1946.

Com Marcelo Timótheo da Costa, professor de História na Universidade Candido Mendes (RJ) e autor de Um Itinerário no Século – Mudança, Disciplina e Ação em Alceu Amoroso Lima.

Com Alessandro Garcia, professor do Instituto Federal do Rio de Janeiro e autor da dissertação: O pensamento econômico de Alceu Amoroso Lima. 

Sobre o CPF Sesc

O Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc é uma unidade do Sesc São Paulo, localizada no bairro da Bela Vista, que proporciona ao público um espaço articulado entre produção de conhecimento, formação e difusão nas áreas da Educação, Cultura, Arte, Gestão e Mediação. A unidade é composta por três núcleos: Núcleo de Formação –um centro de formação, reflexão e conhecimento, proporcionando acesso à cultura de forma ampla, tematicamente, por meio de cursos, palestras, oficinas, bate-papos, debates e encontros nas diversas áreas que compreendem a ação da entidade, como artes plásticas e visuais, ciências sociais, filosofia, história, literatura e artes cênicas. Em específico, contribui para a solidez formativa no campo da cultura e das artes, em conexão com seus referentes educativos. Núcleo de Pesquisas – dedicado à produção de bases de dados, diagnósticos e estudos em torno das ações culturais e dos públicos. Núcleo de Difusão – voltado para o lançamento de trabalhos nacionais e internacionais que ofereçam subsídios à formação de gestores e pesquisadores, disponibiliza conteúdos ligados às áreas de atuação do Centro de Pesquisa e Formação e do Sesc como um todo, por meio de textos e demais materiais (gravação de áudio, filmagem), com acesso no site do CPF (centrodepesquisaeformacao.org.br), multiplicando o conhecimento socialmente produzido nos campos de ação da instituição. 

Ciclo Tristão de Athayde: o pensamento e a época de Alceu Amoroso Lima

De 10 de junho a 8 de julho de 2015. Quartas, das 18h30 às 21h30.

R$ 60,00 (inteira); R$ 30,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública);; R$ 18,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).

O valor da inscrição é válido para todos os encontros.

Inscrições a partir do dia 25 de maio pelo site ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.  

Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc

Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar.

Tel: 3254-5600

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Fonte: Rita Solimeo Marin / Assessoria de Imprensa

I Congresso Nacional de Libras da Universidade Federal de Uberlândia – 23 a 26 de Novembro de 2015


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A Universidade Federal de Uberlândia – UFU, através do Centro de Ensino, Pesquisa, Extensão e Atendimento em Educação Especial em parceria com o Grupo de Grupo de Pesquisas em Estudos da Linguagem, Libras, Educação Especial e a Distância e Tecnologias – GPELEDT, promove oI Congresso Nacional de Libras da Universidade Federal de Uberlândia – CONALIBRAS-UFU,com o objetivo de proporcionar a discussão e reflexão envolvendo os aspectos relacionados à Língua de Sinais Brasileira – Libras, à Educação dos Surdos e a profissionalização de Tradutor e Intérpretes de Libras.

Mais informações em http://www.cepae.faced.ufu.br/conalibras

Iacyr Anderson Freitas participa da V Bienal de Culturas Lusófonas em Portugal


mulheres na literatura

Tendo publicado mais de vinte títulos de poesia, além de três de ensaio literário e um de contos, o escritor Iacyr Anderson Freitas participou, como autor brasileiro convidado, da V Bienal de Culturas Lusófonas, evento promovido pelo município de Odivelas, situado na região de Lisboa (Portugal). Tal evento busca enaltecer a produção artística de autores oriundos dos países lusófonos, nos domínios das artes plásticas, dança, cinema, teatro, música e literatura. A participação do escritor mineiro se deu no Encontro de Escritores Lusófonos, inserido na programação da Bienal, e cuja realização foi prevista para os dias 19, 20 e 21 de maio do corrente ano.

No dia 19 de maio, terça-feira, a partir das 15h15min, no Centro Cultural Malaposta, Iacyr participou da mesa “A construção da escrita: agora as palavras”, coordenada por Luís Ricardo Duarte. O poeta brasileiro esteve ao lado dos escritores portugueses Mário de Carvalho, José Fanha e Raquel Ochoa, bem como do moçambicano Adelino Timóteo.

No dia seguinte, 20 de maio, quarta-feira, a partir das 15 horas, na Sala de Leitura “Natália Correia”, Iacyr leu poemas de seu livro Viavária, obra que obteve, em 2011, o 1º lugar no Prêmio Literário Nacional do PEN Clube do Brasil e que foi apresentada, na oportunidade, pelo escritor e fotógrafo Ozias Filho, nascido no Rio de Janeiro e radicado em Portugal há mais de duas décadas. A mesa foi dirigida pelo escritor português Domingos Lobo e contou, também, com a participação do escritor Nuno Rebocho (de Cabo Verde). Completando a dobradinha brasileira, Iacyr apresentou o novo livro de Ozias, intitulado Insulares.

No dia de encerramento do Encontro de Escritores Lusófonos, 21 de maio, quinta-feira, a partir das 12h15min, no Centro de Exposições de Odivelas, Iacyr participou do painel “No ofício da escrita: tudo isto é humano e anda ligado aos sentimentos”, coordenado pelo escritor português Mário Máximo. O poeta brasileiro esteve ao lado de Ana Paula Tavares (Angola), Calane da Silva (Moçambique) e Maria Barroso (Portugal).

Para encerrar a agenda lusitana, Iacyr também leu poemas de Viavária na Livraria Gato Vadio, situada na Rua do Rosário, 281, no Porto, a partir das 21 horas do dia 23 de maio, sábado. O poeta brasileiro esteve nesta mesma livraria, em março deste ano, participando de uma sessão de leituras dedicada ao poeta Manuel Bandeira e autografando o livro Ar de arestas, que foi destacado nas duas principais premiações literárias do ano passado no Brasil: foi finalista do Prêmio Jabuti e semifinalista do Prêmio Portugal Telecom.

Ar de arestas foi lançado também em Lisboa e em Amarante, cidade situada no Douro, norte de Portugal, bem como na Livraria Ciranda, em Santiago de Compostela, em eventos realizados no final de março e no início de abril do corrente ano.

* * *

Iacyr Anderson Freitas nasceu em Patrocínio do Muriaé (MG) em 1963. Poeta, contista e ensaísta, com diversas premiações literárias no Brasil e no Exterior, já publicou sua obra na Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Malta, Suíça, Peru, Portugal e Venezuela. Além dos livros citados acima, A soleira e o século (2002), Trinca dos traídos (2003) e Quaradouro (2007), bem como Terra além mar (antologia poética editada em Portugal em 2005), são alguns de seus títulos mais recentes.

Fonte: UBE RJ 

Dia do Meio Ambiente terá Mostra de Cinema em Brasília


11357182_841804119232017_4932434786377027863_oCine Brasília será palco de uma Mostra de Cinema para públicos de todas as idades, entre os dias 1o e 6 de junho. O evento é organizado em parceria pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a ONU Verde.

Saiba mais em http://nacoesunidas.org/dia-do-meio-ambiente-tera-mostra-de-cinema-em-brasilia/

 

Congresso internacional sobre tradução e estudos interculturais inscreve até final de junho


bandeiras do mundo

Pesquisadores, professores e acadêmicos estarão reunidos na quinta edição do evento International Association for Translation and Intercultural Studies (Iatis), que já passou por diversos países e, de 7 a 10 de julho, será realizado na Faculdade de Letras e no CAD2, campus Pampulha.

Uma das missões do encontro, que visa promover discussão sobre os caminhos da inovação tecnológica, cultural e social nos estudos interculturais e de tradução, é estabelecer estrutura organizacional que facilite o intercâmbio de conhecimentos e recursos entre diferentes universidades e partes do mundo.

As inscrições podem ser feitas até 30 de junho no site da Fundep.

FONTE: https://www.ufmg.br/online/arquivos/038503.shtml

 

UFMG: Empresa júnior recolhe livros para doação nesta semana


Ler bons livros...

A Mult Jr, empresa júnior que presta serviços de consultoria e projetos em Engenharia Química, vai recolher, de hoje (segunda) até a próxima quinta-feira, 28, livros infantis, infanto-juvenis e de literatura, para doação à instituição Sementes do Amanhã, que desenvolve trabalho com crianças e seus pais, por meio da leitura. Os exemplares podem ser novos ou usados.

O coletor estará à sombra de uma árvore da Praça de Serviços, no campus Pampulha, sempre das 8h às 17h. Mais informações estão disponíveis na página do evento no Facebook.

FONTE: https://www.ufmg.br/online/arquivos/038535.shtml

Livro “A República Cantada, do choro ao funk” retrata a história do Brasil por meio de mais de 200 canções


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Livro “A República Cantada, do choro ao funk” retrata a

 história do Brasil por meio de mais de 200 canções

 

Os autores, André Diniz e Diogo Cunha, participam do módulo Autografias, do CPF Sesc, no dia 2 de junho.

No livro A República Cantada, do choro ao funk, os autores André Diniz (presidente da Fundação de Arte de Niterói) e Diogo Cunha (pesquisador do Observatório das Favelas) pesquisaram em diferentes gêneros musicais e compositores – a exemplo de Chico Buarque, Caetano Veloso, a música brega e o hip-hop -, as temáticas do cotidiano, trazendo à tona uma vasta produção que reflete as dimensões políticas do Brasil. Através de mais de duzentas canções, a obra traça um painel abrangente da cultura e da política brasileiras, do surgimento do maxixe e do choro, ainda no final século XIX, à profusão de ritmos e artistas que vêm cantando e contando a história mais recente do país.

Para falar sobre este trabalho, os autores participam do módulo Autografias, do Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc, no dia 2 de junho e contam detalhes do trabalho desenvolvido no livro, casos curiosos, como refrãos emblemáticos e personagens inesquecíveis, refletindo sobre as músicas que ajudam a pensar a história do Brasil.

 

Sobre os autores

André Diniz, historiador e doutorando em geografia pela UFF. Autor de Almanaque do carnaval (Ed. Zahar), Noel Rosa o poeta do samba e da cidade (Ed. Casa da Palavra), entre outros. Atualmente é presidente da Fundação de Arte de Niterói. 

Diogo Cunha, pesquisador do Observatório das Favelas. Coordenou a publicação de Monarco, a soberania do samba, de João Baptista M. Vargens, e é coautor com João Carlos Carino do livro Geografia da música carioca (Ed. Muriqui).

 

Sobre o CPF Sesc

O Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc é uma unidade do Sesc São Paulo, localizada no bairro da Bela Vista, que proporciona ao público um espaço articulado entre produção de conhecimento, formação e difusão nas áreas da Educação, Cultura, Arte, Gestão e Mediação. A unidade é composta por três núcleos: Núcleo de Formação – um centro de formação, reflexão e conhecimento, proporcionando acesso à cultura de forma ampla, tematicamente, por meio de cursos, palestras, oficinas, bate-papos, debates e encontros nas diversas áreas que compreendem a ação da entidade, como artes plásticas e visuais, ciências sociais, filosofia, história, literatura e artes cênicas. No foco destas atividades está um público heterogêneo, de diferentes faixas etárias, entre os quais estudantes universitários, profissionais da área da cultura, professores e interessados em geral. Núcleo de Pesquisas – dedicado à produção de bases de dados, diagnósticos e estudos em torno das ações culturais e dos públicos. Núcleo de Difusão – voltado para o lançamento de trabalhos nacionais e internacionais que ofereçam subsídios à formação de gestores e pesquisadores, disponibiliza conteúdos ligados às áreas de atuação do Centro de Pesquisa e Formação e do Sesc como um todo, por meio de textos e demais materiais (gravação de áudio, filmagem), disponibilizados no site do CPF (centrodepesquisaeformacao.org.br), multiplicando o conhecimento socialmente produzido nos campos de ação da instituição.

 

Autografias: apresentação de livros recém-lançados e encontros com autores.

A República Cantada, do choro ao funk

Dia 2 de junho de 2015. Terça, das 19h às 21h. Grátis.

Recomendação etária: 16 anos. Número de vagas: 30.

Inscrições a partir do dia 25 de maio pelo site ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.

 

Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc

Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar.

Tel: 3254-5620

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Fonte: Assessoria de Imprensa / Rita Solimeo Marin

PETLetrasUFU apresenta: Un día en Español


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Un día en Español

10 de Junho – Anfiteatro 3Q
Os objetivos deste projeto de extensão são apresentar a cultura e a língua espanhola para toda a comunidade e proporcionar maior conhecimento em torno dos costumes, das tradições, músicas, danças e culinária hispânica.
As modalidades de inscrição são:

  • Ouvintes
  • Minicursos
  • Apresentação cultural

Prazo de inscrições: de 25 de maio a 05 de Junho


Inscreva-se no site do PET: http://www.ileel.ufu.br/petletras/?page_id=13875

Brasília Através dos Tempos – Lançamento do catálogo


Exposição “Brasília Através dos Tempos” lança catálogo

sobre construção e evolução da Capital Federal

 

A exposição “Brasília Através dos Tempos”, que homenageia a construção e evolução urbana, social e cultural da Capital Federal, ganha nesta quinta-feira (21), às 17h, um registro documental dos painéis expostos, todos assinados pelo artista plástico Terciano Torres, nacionalmente conhecido por retratar centros históricos de cidades brasileiras em gravuras de grandes formatos, semelhantes a quadrinhos. O catálogo será lançado no Museu Correios, onde a mostra está em cartaz e vem batendo recorde de público, principalmente pelo apelo lúdico das obras. A ideia, segundo os organizadores, é tornar permanente o encantamento e o conhecimento produzidos pela exposição. 

Nas páginas do livreto, que conta com textos bilíngues (português e inglês), as informações passam por desde os traços feitos por Lucio Costa, vencedor do concurso do Plano Piloto para a nova capital, até o reconhecimento da cidade como modelo de estética modernista. O trabalho também aborda os rumos da mobilidade e o conflito dos usos e ocupação das cidades. 

Para tornar ainda mais aflorado o sentimento de reconhecimento e, consequentemente, de pertencimento dos moradores em relação a Brasília, o catálogo ainda traz imagens de todos os 26 painéis que compõem a exposição. Eles, que registram importantes passagens da história da Capital Federal, como, por exemplo, a primeira missa realizada oficialmente em Brasília, são acompanhados por textos explicativos, que detalham a importância das cenas registradas. “O catálogo é um grande aliado do ensino de arquitetura e história da cidade é uma verdadeira viagem no tempo”, diz o artista.  

Entre as 40 páginas também é possível conhecer melhor o trabalho de Terciano Torres, que nasceu em Recife, Pernambuco, mas que passou a infância inteira em São Luís, no Maranhão. A experiência, de acordo com ele, foi fundamental para o desenvolvimento do seu apreço pelos patrimônios históricos e arquitetônicos do país. Com anos de experiência, o artista, que tem formação em arquitetura, já contabiliza exposições sobre sua obra realizadas em São Paulo, Maranhão, Pernambuco e agora na Capital Federal. 

O momento solene da programação de lançamento do catálogo, nesta quinta-feira, é a entrega dos livretos aos gestores das bibliotecas públicas de Brasília e cidades satélites. Com o apoio da Coordenadoria do Livro e Leitura da Secretaria de Cultura do GDF, todas as bibliotecas públicas vão receber dois volumes para disponibilizar a pesquisa estudantil e acesso livre da população. Além da entrega dos catálogos, o artista Terciano Torres vai estar presente desenhando com o público presente. 

A exposição “Brasília Através dos Tempos” fica em cartaz até o dia 7 de junho. A visitação acontece de terça a domingo, das 10h às 19h, durante a semana, e das 12h às 18h aos sábados, domingos e feriados. A classificação é livre e o acesso é gratuito. Além dos 26 painéis já citados, a mostra ainda conta com um enorme mapa (60m²) aplicado ao chão. “Queremos que as pessoas sintam o tom lúdico do trabalho. Isso possibilita uma maior interação do público e novas descobertas dos espaços urbanos”, afirma Terciano.

Serviço – Lançamento do catálago “Brasília Através dos Tempos”

Local: Museu Correios – SCS quadra 4, 256 – Asa Sul, Brasília – DF, 70304-915 Quando: Quinta-feira, 21 de maio Horário: 17h Informações: (61) 3213-5076 Entrada Franca Acesso para pessoas com deficiência Patrocínio: Correios e Governo Federal.

Fonte: Marta Ribeiro de Souza – ANALISTA DE CORREIOS JR – JORNALISTA

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Fachada Digital do Espaço do Conhecimento UFMG recebe trabalhos de Yara Tupynambá


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Fachada Digital do Espaço do Conhecimento UFMG recebe trabalhos de Yara Tupynambá

Estreia da exposição ‘Reservas Ecológicas de Minas Gerais‘ acontece dentro da programação da 13ª Semana Nacional de Museus

 

Entre 21 de maio e 21 de junho, a Fachada Digital do Espaço do Conhecimento UFMG receberá a exposição Reservas Ecológicas de Minas Gerais, da consagrada artista mineira Yara Tupynambá. No período, quem passar pela Praça da Liberdade, entre as 18h e 22h, verá projeções de pinturas da artista que retratam a riqueza natural de reservas ecológicas do estado. A série, produzida a partir de um convite da Universidade de Notthingham (Londres), será exibida pela primeira vez em Minas Gerais. A estreia da exposição na Fachada Digital faz parte da programação do Espaço do Conhecimento UFMG para a 13ª Semana de Museus, evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM. Este ano, o tema Museus para uma sociedade sustentável orienta as atividades das 1.378 instituições museológicas que participam do evento.

A artista

Yara Tupynambá é pintora, gravadora, desenhista, muralista e professora aposentada da Escola de Belas Artes da UFMG. Natural de Montes Claros, por sua generosidade de olhar e versatilidade de técnicas é reconhecida nacional e internacionalmente como “a artista que sintetiza Minas”. Com 92 painéis e murais espalhados por numerosas cidades brasileiras, Yara se mostra empolgada com a transposição de suas telas para o dispositivo da Fachada Digital: “Usando uma linguagem bem simples: acho que vai ser um barato!” diz, aos risos.

O interesse da artista pelo tema surgiu a partir do reconhecimento internacional de seu trabalho. “Recebi um convite da Universidade de Londres para fazer uma exposição sobre a natureza brasileira, em 2002. Sempre trabalhei muito com a figura humana, mas a partir do convite comecei a me interessar por esse viés. Visitei reservas ecológicas de Minas, começando pela Estação Ecológica do Tripuí. Fiquei encantada pela diversidade do local, principalmente pela relação de luz e sombra que pude perceber lá”, explica. Após a visita a Tripuí, Yara Tupynambá estendeu o trabalho à Serra do Cipó  e à Reserva do Vale do Rio Doce. “Fiquei acampada em cada uma delas e tive ajuda do IBAMA e do IEF para fazer os estudos. Comecei a fazer um trabalho de documentação, quase uma coleta biológica das paisagens: fotografava, desenhava as espécies e só depois, no atelier, passei para a tela”, explica.

Minas são muitas

Para a artista, esse olhar para as paisagens do estado ocorreu como um desdobramento natural de sua relação com o tema que a consagrou. “Com esse trabalho das Reservas Ecológicas fecho um ciclo sobre Minas. Comecei pintando ciclos históricos, passei pela arte popular, objetos simbólicos da cultura, natureza morta e agora chego à geografia de Minas. Busco inspiração no pensamento de Leon Tolstói: ‘Se queres ser universal, começa por pintar a tua pequena aldeia’. Minas Gerais é minha pequena aldeia” conclui.

René Lommez Gomes, Diretor Científico Cultural do museu, relaciona o trabalho de Yara Tubynambá com o tema Museus para uma sociedade sustentável. “A produção da pintora, aborda o tema central da Semana Nacional dos Museus, dando um testemunho visual sobre a importância das reservas naturais como rincões de preservação da paisagem originária do Estado. Ao mesmo tempo, resgata a discussão da sustentabilidade já intensamente abordada pelo museu através de sua exposição inaugural, “Demasiado Humano”. Nesse retorno ao tema, temos uma visão artística sobre a conservação do patrimônio natural. No restante da programação da Semana, abordaremos outro patrimônio natural ameaçado pelo uso irresponsável da luz: o céu escuro. Como no caso da paisagem geográfica, a perda do céu escuro através da ação da poluição luminosa impede o acesso do individuo a uma paisagem natural com fortes implicações culturais, afeta a saúde e impõe fortes restrições à ação dos astrônomos”, elucida o professor. 

Semana Nacional de Museus

Museus para uma sociedade sustentável é o tema lançado pelo ICOM (Conselho Internacional de Museus) para o Dia Internacional dos Museus (18 de maio) de 2015. Essa data, comemorada mundialmente, é celebrada no Brasil pela Semana Nacional de Museus. A 13ª edição desta ação, ao abraçar a proposta do ICOM, vem enfatizar o importante papel dos museus no processo de fomento à sustentabilidade: seja por meio de suas boas práticas de atuação, seja pela conscientização do público acerca da necessidade de uma sociedade mais cooperativa e solidária. A programação completa do Espaço do Conhecimento UFMG para o evento pode ser conferida através o site www.espacodoconhecimento.org.br.

Serviço:

Exposição na Fachada Digital: “Reservas Ecológicas de Minas Gerais”, de Yara Tupynambá – Atividade da Programação da 13ª Semana de Museus

Data: De 21 de maio a 21 de junho

Horários: Todas as noites, entre 18h e 22h

Local: Fachada do Espaço do Conhecimento UFMG – Praça da Liberdade, 700

Atividade Gratuita

Mais informações: www.espacodoconhecimento.org.br

FONTE: Tamira Marinho <imprensa@espacodoconhecimento.org.br> 

IV SACI – SEMANA DE ARTES E CULTURAS INTERNACIONAIS‏


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SEMANA DE ARTES E CULTURAS INTERNACIONAIS

HOMENAGEANDO A FRANÇA

EM BÚZIOS A NOSSA CIDADE PENÍNSULA, CADA VEZ MAIS COSMOPOLITA E VISITADA PELO TURISMO INTERNACIONAL NO BRASIL!

Para saber mais notícias visite o blog: http://culturalbuzios.blogspot.com.br e reveja fotos de outras edições do SACI… E se prepare para estar nas imagens e fotos deste alegre 2015, no FACEBOOK e também nas notícias da www.tv-buzios.com ou TV Búzios Canal 10 ou nas páginas do Jornal Sem Fronteiras, 100% cultural, que aproveitamos para anexar matéria sobre IV SACI, publicada na ultima edição do jornal abril/maio, pedindo a todos para lerem a edição completa no site do Jornal www.redesemfronteiras.com.br

Atenciosamente

JOSÉ GONZAGA DE SOUZA

Acadêmico Presidente

O Caps-AD/UFU participa da Semana da Luta Antimanicomial‏


O Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas da Universidade Federal de Uberlândia (Caps-AD/UFU) participa de 18 a 22 de maio, da Semana da Luta Antimanicomial. Com o tema “Ser normal é ser do meu jeito. Loucura é você não me aceitar”, a semana é promovida pelo Programa de Ações em Saúde Mental da Prefeitura Municipal de Uberlândia. Como parte da programação haverá apresentações culturais, exposição de artes, mesas redondas, exibição de documentários, palestras e debates. A abertura do evento será na próxima segunda-feira, às 13h30, Anfiteatro Cícero Diniz (Centro Administrativo/PMU).

Confira a programação abaixo.

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Fonte: Imprensa HCU-UFU

Reunião da AMPLA (do InBrasCI)‏


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AMPLA – ACADEMIA MUNDIAL PELA PAZ,

LETRAS E ARTES

 

CONVITE

 

A AMPLA, Academia fundada pelo InBrasCI e a ele incorporada, tem a honra de convidar para a palestra que fará realizar na próxima segunda-feira, 18 de maio de 2015 , às 16 horas, no auditório da FALB _ Federação das Academias de Letras e Artes do Brasil.
 
Acadêmico palestrante: Dr. Abílio Kac
 
Título da palestra: “Osvaldo Cruz, o saneador e poeta da medicina, membro da ABL”
 
Local: Auditório da FALB – Federação das Academias de Letras e Artes do Brasil: Rua Teixeira de Freitas, nº 05, s.303, Lapa, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
 
– Pequeno coquetel ao final – Entrada Franca
 
Aguardamos a presença de todos.

Dr.ª Zara Paim – Presidente da AMPLA

Marilza de Castro – Presidente do InBrasCI


Fonte: Marilza de Castro