Sessões de astronomia são destaque da programação do Espaço do Conhecimento UFMG durante a Virada Cultural


Espaço do Conhecimento - Maria Navarro

Espaço do Conhecimento UFMG na Virada Cultural 2014

 Nos dias 30 e 31 de agosto, as ruas e espaços culturais de Belo Horizonte serão tomadas pela 2ª Virada Cultural. O evento reúne mais de 400 atrações, incluindo música, exposições e performances. No sábado, o Espaço do Conhecimento terá seu funcionamento estendido e estará aberto a visitações das 10h às 21h. E, além disso, entre as 18h do dia 30 e a 1h do dia 31, o público poderá apreciar os trabalhos audiovisuais exibidos na fachada digital do museu. No domingo, o Espaço do Conhecimento segue com seu funcionamento normal, das 10h às 17h.  

Para o Diretor Científico Cultural do Espaço do Conhecimento UFMG, René Lommez Gomes, o fato de o museu ter sua programação estendida no sábado, dia 30, proporciona uma ótima oportunidade para que o público visite as exposições no período da noite e ainda tenha acesso à observação do céu no Terraço Astronômico, que funciona normalmente às quintas-feiras. “Como, na ocasião da Virada Cultural, ficaremos abertos a visitações uma noite a mais na semana, podemos atender melhor à intensa procura que temos pelas atividades ligadas à astronomia,” diz.  

Leonardo Marques Soares, do Núcleo de Astronomia do Espaço do Conhecimento UFMG, destaca que, do dia 30 para o dia 31, Marte, Saturno e a Lua estarão mais visíveis. “Eles estarão aparentemente próximos um do outro, nas constelações de Libra e Virgem, porém a aproximação máxima da Lua desses planetas será na noite do dia 31”, explica, chamando a atenção para a oportunidade de observação dos fenômenos a partir do Terraço. Outra atividade recomendada pelo astrônomo são as sessões comentadas no Planetário. Entre elas está a “Astronomia Indígena”, que retrata o mapeamento do céu e dos astros segundo a cultura tupi-guarani, abordando as narrativas que envolvem o Sol, a Lua, os pontos cardeais, mudanças nas estações, o eclipse lunar e as constelações denominadas pelos tupis como Ema, Homem Velho, Veado e da Anta.  

Programação do Espaço do Conhecimento na Virada Cultural  

Exposição Demasiado Humano – A aventura do conhecimento humano

A questão básica sobre a busca do conhecimento e a compreensão do universo é o ponto de partida da exposição Demasiado Humano, que ocupa quatro andares do Espaço do Conhecimento UFMG. O trabalho é resultado de pesquisas realizadas na UFMG em diferentes áreas do conhecimento – astrofísica, paleontologia, genética, arqueologia, antropologia, literatura, linguística, história e ecologia e envolve uma equipe de 30 pesquisadores da Universidade, além de profissionais de diversas áreas.  

Informações:

Sábado, das 10h as 21h

Domingo, das 10h às 17h

Entrada gratuita  

Na Escala

O “visível mediado e o invisível imaginado” estão presentes na exposição Na Escala, do Espaço do Conhecimento UFMG. Inaugurada em 12 de fevereiro de 2014, a mostra reúne uma série de imagens que apresentam a relação de escala entre macro e micro objetos através de várias possibilidades de representações, como fotografias, ilustrações, imagens extraídas de telescópios, microscópios, sensores e muita imaginação. “Alguns elementos não podem ser vistos de fato, então temos representações esquemáticas, como no caso do átomo, por exemplo”, explica o professor Bernardo Jefferson, um dos responsáveis pela concepção da exposição.

As imagens, estrategicamente situadas na escadaria que liga os cinco andares do museu, abordam a relação do homem com as dimensões entre objetos e estruturas, e estabelece uma conexão com a exposição principal “Demasiado Humano”, cujo tema também está relacionado ao conhecimento e suas representações.  

Informações

Escadaria do Espaço do Conhecimento UFMG

Sábado, das 10h às 21h

Domingo, das 10h às 17h

Entrada gratuita  

Fachada Digital

A fachada externa do Espaço do Conhecimento UFMG é revestida por um material vítreo especial, que transforma o edifício em uma grande tela de projeção. Todas as noites, imagens que unem arte, ciência e experimentação são exibidas na fachada, numa interface entre o Espaço e a Praça da Liberdade. Esses painéis digitais atraem os olhares de milhares de pedestres e motoristas que passam pela região todos os dias, levando à rua e à cidade a experiência do conhecimento proposta pelo Espaço.

Informações

Sábado, 30/8, a partir das 18h, até a 1h do dia 31/8  

Planetário

O Planetário do Espaço do Conhecimento exibe filmes ligados à astronomia, com programação voltada para crianças e adultos. Em ocasiões especiais, oferece também sessões com projeções astronômicas, guiadas por professores especializados. Instalado no quinto andar, com cadeiras reclináveis e sala climatizada, o planetário tem capacidade para 65 pessoas e funciona em sessões regulares, ao longo de todo o dia.  

 Informações

Sábado, das 13h às 20h

Domingo, das 13h às 17h

Entrada: Inteira R$ 6,00 / Meia R$ 3,00

* Consulte a programação e a política de gratuidade no site

www.espacodoconhecimento.org.br

 

 Terraço Astronômico

Aberto à visitação de maio a outubro, o quinto andar do Espaço do Conhecimento UFMG oferece uma experiência completa de observação astronômica, com o acompanhamento de especialistas. O observatório possui um teto retrátil que permite a observação celeste por meio da utilização de telescópios.

As sessões são apresentadas e comentadas pela equipe de Astronomia do Espaço do Conhecimento. As observações também podem ser feitas a olho nu, de acordo com a

programação. Ocasionalmente, o terraço também é utilizado para cursos e observação de eventos especiais.

 

Informações

Sábado, das 19h às 21h

Entrada gratuita

 

Stellarium

Com o objetivo de auxiliar os visitantes a compreenderem melhor o movimento as estrelas, o Núcleo de Astronomia do Espaço do Conhecimento UFMG utiliza dois softwares gratuitos, Stellarium e Celestia. O primeiro simula a visualização dos astros a partir da perspectiva da Terra; já o segundo cria a sensação de proximidade com outros mundos. ”É como se estivéssemos lá, vendo um buraco negro engolindo a matéria de uma estrela ou planetas que orbitam outros sistemas, os chamados exoplanetas”, explica o astrônomo e professor de física Leonardo Marques Soares. As ferramentas são simples e os visitantes contam com a ajuda de monitores pra as simulações.

 

Informações

Sábado, das 19h às 21h

 

Jogos do Conhecimento

Diversão e desafios postos à mesa. A atividade aproxima o público de brincadeiras que fazem parte de diferentes tradições culturais, instigando a curiosidade de crianças, jovens e adultos.

 

Informações

2° andar do Espaço do Conhecimento UFMG

Sábado, das 14h às 21h

Entrada gratuita

 

Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes através da utilização de recursos museais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Espaço do Conhecimento é fruto da parceria entre a operadora TIM e a UFMG e conta com o apoio da Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG.

 

Serviço:

Espaço do Conhecimento UFMG na 2ª Virada Cultural BH

Datas: 30 de agosto, das 10h às 21h, e 31 de agosto, das 10h às 17h

Local: Espaço do Conhecimento UFMG – Praça da Liberdade, 700

Entrada franca

Mais informações: www.espacodoconhecimento.org.br

Fonte: Rogério Dias – Espaço do Conhecimento UFMG

Mostra gratuita exibe clássicos de Stanley Kubrick em BH


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Até dia 28 de agosto, o Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes exibe todos os 13 longas-metragens e os três curtas produzidos pelo cineasta americano Stanley Kubrick. Todas as sessões são gratuitas.

A mostra, que teve início dia 8 de agosto, tem na programação obras como “Dr. Fantástico”, “Nascido para Matar”, “2001- Uma Odisseia no Espaço”, “Laranja Mecânica” e “O Iluminado”.

Considerado um dos maiores nomes do cinema mundial, Stanley Kubrick conseguiu, com uma filmografia relativamente curta, tratar de diferentes temáticas (guerra, sexualidade, ficção científica), sempre com inovações técnicas e olhar estético apurado que influenciaram boa parte da sétima arte.

Confira a programação completa da última semana da mostra em
http://guia.uol.com.br/belo-horizonte/cinema/noticias/2014/08/22/mostra-gratuita-exibe-classicos-de-stanley-kubrick-em-bh-veja-programacao.htm 

Happy Hour de Aniversário Vozzuca Martins‏


Happy Hour - AGOSTO - 2

VENHA COMEMORAR NOSSO PRIMEIRO ANIVERSÁRIO COM A GENTE!
 
É com enorme satisfação que a Vozzuca Martins chega ao seu primeiro ano de vida! E para comemorar esta data tão especial convidamos você, sua família e seus amigos para curtirem o nosso tradicional Happy Hour, ao som do melhor da MPB por Carlin de Almeida.
 
Aproveite as delícias do nosso cardápio! Temos cafés especiais quentes e gelados, pães de queijo recheados, quiches, capuccinos, frapês, sucos, tortas doces e salgadas, sanduíches, açaí, waffle e muito mais!
 
E tudo isso ainda com surpresas especiais!
 
Data: 23 de Agosto (sábado)
Horário: 17h30 às 19h30
Local: Cafeteria Vozzuca Martins – Rua Arthur Bernardes, 554 – Martins (em frente às clínicas do Hospital Santa Genoveva).
 
Esperamos você!
 
Nicolau Calfat

Fonte: Nicolau Calfat / Marcelo Calfat

Café Controverso debate Cultura Hacker e Política no Espaço do Conhecimento UFMG – sábado -23 de agosto


café controverso - 23 ago

CAFÉ CONTROVERSO DEBATE CULTURA HACKER E POLÍTICA NO ESPAÇO DO CONHECIMENTO UFMG

 O termo “Ética Hacker”, cuja criação é atribuída ao jornalista Steven Levy, autor do livro Hackers: Heroes of the Computer Revolution, refere-se ao conjunto de valores filosóficos que guiam as ações da comunidade hacker. A visão é norteada principalmente pelo princípio do livre acesso à informação. Em um contexto em que o ciberativismo se faz cada vez mais presente, com a apropriação dos meios tecnológicos como uma das formas de exercício da cidadania, como a cultura hacker pode interferir na política? As questões levantadas serão debatidas no Café Controverso de sábado, 23 de agosto, com o tema “Cultura Hacker e Política”, que conta com as presenças de Raquel Camargo, integrante do grupo Transparência Hacker e proprietária da Lhama.me, e de Carlos Henrique Falci, professor da Escola de Belas Artes da UFMG. O evento é aberto ao público e acontece a partir das 11h, na cafeteria do Espaço do Conhecimento UFMG.

 Raquel Camargo - arquivo pessoal

Raquel Camargo

Carlos Falci - arquivo pessoal

Carlos Henrique Falci

Um dos casos mais emblemáticos do hackerativismo brasileiro foi a “clonagem” do Blog do Planalto, criado pela equipe do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o objetivo de estabelecer um canal de comunicação permanente com a população. Entretanto, a página não permitia comentários, o que fez com que Daniela Silva e Pedro Markun criassem uma “cópia” do blog, com os mesmos textos que estavam publicados no site original, porém abertos à interação dos leitores. O material estava sob a licença Creative Commons, o que significa que a cópia do conteúdo estava previamente autorizada, desde que fossem dados os devidos créditos. O caso ajuda a compreender alguns dos princípios desse tipo de ativismo e demonstra que a prática hacker não requer, exatamente, um conhecimento avançado de programação.

 Conforme explica Raquel Camargo, integrante do grupo Transparência Hacker, do qual Pedro Markun é um dos fundadores, o termo “hackear” significa “reapropriar, tornar de acesso público o que é de direito e é comumente tratado como bem privado”, diz. A ativista contextualiza e ajuda a desmistificar a imagem que as pessoas comumente fazem do hacker: “Nenhuma das nossas ações é ilegal. O que fazemos é criar pontes, canais para que as pessoas acessem informações ou serviços que deveriam estar ao alcance de todos”. Segundo ela, a Lei de Acesso à Informação (LAI), criada em 18 de novembro de 2011 com o propósito de garantir o direito ao acesso a informações detidas pelo Governo, ainda encontra entraves para o seu cumprimento pleno – a maior parte de ordem técnica. “Hoje os governos disponibilizam dados e informações em PDF, mas é complicado porque você não consegue trabalhar as informações que estão na imagem. Então desenvolvemos formas de ler estes dados, mas é um processo longo que poderia ser facilitado se as mesmas informações estivessem em outro tipo de arquivo”, conta.

Raquel pondera que atualmente a prática do hacker está muito associada à denúncia de questões como o mau uso do dinheiro público, entre outras, mas vê um horizonte em que a tendência é de ações propositivas, que desconstruam as barreiras.

“A atual etapa é mais fiscalizadora, o que, acredito, pode mudar na medida em que os próprios governos tendem a trabalhar numa lógica de maior transparência e participação social”, conclui.

 Quebrando o código

O professor Carlos Henrique Falci, da Escola de Belas Artes da UFMG, faz uma análise do papel do hacker e do ciberativismo. “Quando o hacker surge, ele é o sujeito que descobre o código e o quebra, liberando os dados para a utilização de todos. Hoje, em alguma medida, o ciberativismo precisa manter este espírito”, diz.

De acordo com Falci, o “quebrar o código” não está necessariamente ligado à ideia de expor as pessoas, mas sim de trazer à tona questões de interesse público, que nem sempre estão acessíveis. Ele reforça ainda que, tão importante quanto conhecer a informação, é saber quais processos conduziram seu desenvolvimento.

“As pessoas não têm a menor ideia de como a informação é construída, e isso é crucial, porque nos faz pensar sobre a própria prática jornalística: o que faz de alguém uma fonte? Como se chega a isso?”, provoca. Ainda de acordo com Falci, essa quebra de barreiras faz com que as pessoas percebam que a construção do discurso não é um oligopólio, algo destinado a poucos privilegiados. “Fomos ensinados a acreditar que a produção da informação é algo para poucos, e isso deseduca, amedronta as pessoas”, afirma, enfatizando o papel do ciberativismo na desconstrução de determinados mitos.

Café Controverso

O conhecimento raramente passa pelo consenso e sua construção se faz, sempre, pelo diálogo. Nos Cafés Controversos, os temas são amplos e diversificados, e não se detêm aos tratados no interior do Espaço do Conhecimento: abordam diferentes setores da cultura, das artes e da ciência. Um espaço de debate e troca de ideias e perspectivas.  

Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes através da utilização de recursos museais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Espaço do Conhecimento é fruto da parceria entre a operadora TIM e a UFMG e conta com o apoio da Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG.  

Serviço:

Café Controverso: Cultura Hacker e Política

Data: 23 de agosto, 11h

Local: Espaço do Conhecimento UFMG – Praça da Liberdade, 700

Entrada franca

Mais informações: www.espacodoconhecimento.org.br

Fonte: Rogério Dias – Assessor de comunicação / Espaço do Conhecimento UFMG 

Ricardo Viveiros autografa seus livros infanto-juvenis na 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo


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Autor que acaba de lançar o conto de fadas contemporâneo “Como encontrar uma linda princesa”, será uma das atrações do maior evento literário do País no próximo dia 23

 

Autor de livros infanto-juvenis de sucesso, o jornalista e escritor Ricardo Viveiros estará no próximo sábado, 23 de agosto, mais uma vez em uma edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, onde participará de tarde de autógrafos no estande das Editoras Biruta e Gaivota.

 

Viveiros lançou em junho Como encontrar uma linda princesa (Editora Gaivota, 32 págs., R$ 32,50), seu terceiro livro infanto-juvenil, que conta a história de uma princesa gentil e delicada, mas com algo muito especial. Intensamente desejada por seus pais e motivo de orgulho para todos os habitantes do reino de Eldorado, a jovem torna-se vítima da maldade de uma bruxa e nasce “diferente” da maioria das pessoas.

 

Como encontrar uma linda princesa propõe uma releitura para os contos de fadas tradicionais, transformando-os em fábula contemporânea contra o preconceito. O livro é ilustrado por Alexandre Rampazo.

 

Além de retratar com sutileza a saga de milhares de jovens que enfrentam com coragem sua luta diária pela inclusão, o livro levanta a discussão sobre a preferência dos súditos quanto ao sexo do bebê. Em Eldorado, o reino se dividiu em uma saudável torcida entre os que preferiam um menino e os que desejavam uma menina. Mas, todos ficaram muito satisfeitos quando a chegada de uma linda princesa foi anunciada pelo mago da corte, que está sempre em duelo com a bruxa.

 

Como encontrar uma linda princesa é a terceira obra com temática infanto-juvenil em que Viveiros trabalha assuntos difíceis de serem verbalizados com os pequenos. Na primeira, O poeta e o passarinho (Editora Biruta), ilustrado por Rubens Matuck, o foco são as inevitáveis dicotomias da vida – encontro e perda, apego e desapego, dependência e independência etc. – e como lidar com tudo isso, sabendo que, cedo ou tarde, será necessário enfrentar essas questões. A segunda, Saudade (Editora Girassol), ilustrado por Zélio, levanta a discussão sobre esta palavra que, dizem, só existe na língua portuguesa. Uma expressão que não é, como muitos imaginam, relacionada à tristeza, melancolia, porque só sentimos saudade de coisas boas. 

 

 

O autor

 

Ricardo Viveiros nasceu no Rio de Janeiro em 1950, mas mora em São Paulo desde 1976. Sua infância foi de um típico garoto carioca, brincando na rua, andando de bicicleta, jogando bola, subindo em árvores e namorando. O gosto pelos estudos só era superado pelo encantamento por histórias lidas em livros ou ouvidas dos mais velhos, o que sedimentou o caminho para a carreira de jornalista e escritor.

 

Viveiros trabalhou em jornais, revistas, rádios e TVs, e atuou ainda como ator, professor, diretor de museu, palestrante e produtor artístico. Escreveu 32 livros em vários gêneros, como: Poesia, Reportagem, Biografias, História, Arte e Crônicas, além dos já citados infanto-juvenis.

 

Tarde de autógrafos do livro “Como encontrar uma linda princesa”, de Ricardo Viveiros, no estande Editora Gaivota

Data: 23 de agosto de 2014

Local: Estande da Editora Biruta / Gaivota – G700

Horário: das 14 horas às 15h30

Fonte: jonatan.matos@viveiros.com.br

UFMG: Fórum Mundial de Dislexia, aberto na manhã desta segunda-feira, tem transmissão ao vivo


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O 2º Fórum Mundial de Dislexia, com transmissão ao vivo ocorre até a próxima quarta-feira, 20, no Centro de Atividades Didáticas 1 (CAD1), no campus Pampulha. O evento reúne estudantes, professores e outros profissionais da educação para discutir o tema Políticas públicas: abrindo canais para a identificação precoce e para as melhores práticas da alfabetização.

A programação inclui palestras, grupos de discussão e workshops desenvolvidos por cerca de 40 pesquisadores brasileiros e estrangeiros. Entre os assuntos em debate, estão os problemas de aprendizagem da leitura e da escrita; a identificação de crianças que apresentam o problema e de crianças sujeitas a desenvolvê-lo; o ensino adequado e de qualidade para alunos com necessidades especiais.

Acompanhe a programação completa no site do evento.

Fonte: https://www.ufmg.br/online/arquivos/034532.shtml

Desfile beneficente lança Coleção Europa 2015‏


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O Maisa Pires Ateliê promove no dia 24 de agosto, no Center Convention, um desfile beneficente, para o lançamento oficial da Coleção Europa 2015. Nele, será apresentada uma diversidade de vestidos de noivas e de festa, com modelos que vão do clássico ao romântico com traços modernos e arrojados, que foram desenhados e confeccionados com total conforto e qualidade.

A elegância e o requinte europeus foram a inspiração de Maisa Pires para criar vestidos com detalhes em tules, rendas, transparências, ilusion, bordados, laços, pedrarias. “A proposta é realçar a beleza feminina deixando noivas, madrinhas e debutantes deslumbrantes”, afirma a estilista. A coleção é composta também por vestidos pluz size que valorizam todos os estilos e atendem todos os manequins.

       Além de conhecer a nova coleção, os participantes poderão conferir, pessoalmente ou via telões, estandes com produtos e serviços voltados para a cerimônia do casamento, tudo reunido em um único espaço para incrementar ainda mais o lançamento. “São 37 parceiros que atuam com produtos diversos como buquê, calçados, tecidos, buffet, cabelo e make up, fotografia, filmagens, entre outros, para proporcionar as noivas a oportunidade de conhecer o que há de mais inovador no segmento do casamento”, ressalta Maisa Pires.

As inscrições para participar do desfile podem ser feitas no site www.maisapiresatelie.com.br ou na entrada do evento mediante a doação de dois quilos de alimento não perecível. Os alimentos arrecadados serão doados para instituições de caridade da cidade. 

 

Sobre o Ateliê Maisa Pires

Fundado pelos sócios Maisa e Eduardo Pires, o Maisa Pires Ateliê leva há seis anos, inovações e um trabalho sério, comprometido e ético para o mercado, proporcionando a Uberlândia e região uma nova era de sofisticação e bom gosto. Trabalhando com a alta costura, desenhando e fabricando peças exclusivas, o Ateliê oferece estrutura para atendimento personalizado com salas climatizadas e cenário para sessão de fotos. Já os acompanhantes, têm a disposição a Maridoteca, um espaço dedicado ao entretenimento. Tudo aliado a uma equipe dedicada que atua com amor e satisfação para atender com excelência os seus clientes.

 Fonte: Cristiane Guimarães

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“Palavra de Mulher” chega a Uberlândia‏


Palavra de Mulher chega a Uberlândia‏

Aclamado musical em homenagem a Chico Buarque tem como protagonistas Lucinha Lins, Tânia Alves e Virgínia Rosa

Um dos musicais mais vistos e elogiados desde o ano passado aporta em Uberlândia neste início de agosto. É uma homenagem das consagradas atrizes e cantoras Lucinha Lins, Tânia Alves e Virgínia Rosa aos 70 anos do compositor Chico Buarque de Holanda. Depois de uma bem sucedida turnê pelo país e de temporadas também de sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo, o espetáculo Palavra de Mulher será apresentado aqui nos dias 8 e 9 de agosto, no Teatro Municipal de Uberlândia.

A montagem, na verdade,  é mais um show musical do que um espetáculo de teatro. Ele é levemente teatralizado pela atmosfera proposta e pelas histórias que as atrizes contam, algumas delas envolvendo o próprio Chico.  Entre os momentos memoráveis da apresentação está o tom bluezístico dado por Lucinha Lins ao reviver a sua personagem Gata de Os Saltimbancos. Geralmente, a plateia, em sua memória afetiva, canta junta em uma catarse coletiva.

Num clima de cabaré, com alguns objetos cênicos e adereços,  Lucinha, Tânia e Virgínia dão vida a algumas das imortais personagens femininas da obra de Chico Buarque em canções como ”Tatuagem”, ”O Meu Amor”, ”Folhetim”, ”Sob Medida”, ”Terezinha”, ”Tango de Nancy”, ”O Que Será (À Flor da Pele)”, “A História de Lily Braun”, ”Pedaço de Mim” e diversas outras. DIREÇÃO MUSICAL E PIANO: Ogair Júnior, Marcos Paiva e Ramon Montanhaur são os músicos que acompanham as cantoras, respectivamente no piano, contrabaixo acústico e bateria e percussão.

Os ingressos já estão à venda na loja Ana Capri, no Center Shopping, por R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia entrada).

As intérpretes:

VIRGÍNIA ROSA

Considerada pela crítica especializada uma das maiores cantoras do Brasil por sua versatilidade e qualidade vocal, VIRGÍNIA ROSA já cantou Cartola, Clara Nunes, Gilberto Gil, Luiz Melodia, Monsueto entre outros. E emprestou sua voz e sensibilidade para viver no palco algumas das mulheres que Chico Buarque tão bem retratou em suas canções.

LUCINHA LINS

Já foi Vitória-Régia, a grande vilã de Ópera do Malandro (que lhe valeu a indicação ao Prêmio Shell de Melhor Atriz), e a prostituta Nancy de O Corsário do Rei – duas personagens de consagradas peças de Chico Buarque. No cinema ela fez Os Saltimbancos Trapalhões, um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema brasileiro, baseado na peça Os Saltimbancos (de Chico Buarque, Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov), uma adaptação do conto dos Irmãos Grimm, “Os Músicos de Bremen”.

TÂNIA ALVES

Gravou seu primeiro disco por intermédio de Chico Buarque e foi a protagonista Terezinha da montagem paulista de Ópera do Malandro, além de Bárbara, de Calabar. Em seus discos, sempre gravou músicas de Chico como ”Tatuagem”, ”Pássara” e outras. 

 Ficha técnica:

VOZES: Virgínia Rosa, Lucinha Lins e Tânia Alves

DIREÇÃO MUSICAL E PIANO: Ogair Júnior

CONTRABAIXO ACÚSTICO: Marcos Paiva

BATERIA E PERCUSSÃO: Ramon Montanhaur

CENOGRAFIA E FIGURINOS: Fernando Cardoso e Virgínia Rosa

ILUMINAÇÃO: Cristiano Paes

DIREÇÃO GERAL: Fernando Cardoso

Fonte: Cristiane Guimarães

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Inhotim: A Imagem como Experiência


Fotografia

Na arte contemporânea, as imagens perderam o suporte estático e passaram a interagir com outras linguagens artísticas, possibilitando experiências sensoriais mais estimulantes. A visita temática do Mês da Fotografia tem como objetivo refletir sobre isso a partir de artistas, como Miguel do Rio Branco, Valeska Soares, João Gusmão e Pedro Paiva.

 Data: sábados e domingos de agosto

Horário: 14h30

Local: saída da recepção

Fonte: http://www.inhotim.org.br/programacao/evento/visita-tematica-artistica-6/ 

UNESCO abre exposição no Rio de Janeiro para celebrar Dia Internacional dos Povos Indígenas


índios brasileiros

O Museu do Índio, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, realiza a partir do dia 9 de agosto no Espaço Museu das Aldeias/Museu do Índio, em Botafogo, a exposição “Ashaninka – O Poder da Beleza”.

A quarta edição do Programa Índio no Museu é dedicada aos Ashaninka, povo que habita a região de fronteira entre o Brasil e o Peru no estado do Acre. A mostra “Ashaninka, O Poder da Beleza” revela, a partir de mitos, fotos e objetos de uso ritual e cotidiano, os dois grandes eixos a partir dos quais gira a cosmovisão do povo Ashaninka: a procura pela imortalidade e a fragilidade do amor.

Além da exposição, nos dias 9 e 10 de agosto, sábado e domingo, sempre às 16 horas, o público terá a oportunidade de conversar com os próprios Ashaninka, que estarão no Museu do Índio para falar sobre suas tradições e seu modo de vida nas aldeias.

A exposição

Tomar banho e fazer uma pintura facial ao acordar são rituais obrigatórios para um Ashaninka. Toda essa preocupação com a estética, fortemente presente na vida cotidiana das aldeias, está representada em fotos. As imagens mostram a potencialidade da arte corporal Ashaninka e a preparação de seus corpos para guerrear e seduzir.

Chapéus, carimbos e desenhos também estão na mostra, além de adornos corporais e roupas, como o Kitarentse – túnica longa que comunica corpo e cosmos – e os Txoxiki – grandes colares feitos com sementes. Cada linha desenhada, tatuada ou tecida é conectada aos mitos e à vida social Ashaninka.

Nos espaços expositivos do Museu do Índio, em Botafogo, o visitante encontra, em mostras etnográfica e fotográfica, toda a riqueza da arte corporal e do poder da beleza que se manifesta no universo da etnia. Ao percorrer as exposições, o público compreende o significado da arte no modo de vida desse povo. A parceria direta com os índios é uma das prioridades dessa iniciativa, que tem como objetivo a documentação e a divulgação da cultura material indígena. A curadoria é assinada pelos pesquisadores Peter Beysen e Sonja Ferson.

Os Ashaninka

Os Ashaninka ocupam, hoje, uma região de fronteira entre o Brasil e o Peru. Somam aproximadamente 70 mil pessoas, sendo a maioria habitante de aldeias em território peruano. No Brasil, as aldeias se localizam nas proximidades dos Rios Envira, Amônia e Riozinho, no Acre. Pertencem à família linguística Aruak (ou Arawak) e são o principal componente do conjunto dos Aruak sub-andinos, junto com os Matsiguenga, Nomatsiguenga e Yanesha (ou Amuesha). Apesar de existirem diferenças dialetais, os Ashaninka apresentam uma grande homogeneidade cultural e linguística.

Saiba mais sobre esta iniciativa clicando aqui.

Fonte:  http://www.onu.org.br/unesco-abre-exposicao-ashaninka-no-rio-de-janeiro-para-celebrar-dia-internacional-dos-povos-indigenas/ 

 

Exposição Cartografias do Comum prorrogada até 17 de agosto no Espaço do Conhecimento UFMG


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Exposição Cartografias do Comum prorrogada até o dia 17 de agosto

De 3 de julho a 3 de agosto o Espaço do Conhecimento UFMG recebeu a mostra O Comum e as Cidades, com uma programação que agregou debates, seminários, filmes, workshops e vivências, entre outras atividades. Apesar do término, o público ainda pode conferir a exposição Cartografias do Comum, que integrou a mostra e estará aberta a visitações até o dia 17 de agosto.

O trabalho apresentado na exposição – resultado da articulação entre o museu, o grupo de pesquisa Indisciplinar da Escola de Arquitetura da UFMG e diversos coletivos artísticos e movimentos sociais de Belo Horizonte – funciona como uma espécie de mapeamento dos grupos e das questões levantadas por eles.

A mostra O Comum e as Cidades é uma realização do Espaço do Conhecimento UFMG, Grupo de Pesquisa Indisciplinar da Escola de Arquitetura da UFMG e Valemais – Instituto Sociocultural do Jequitinhonha, com apoio da Lapa Ação Cultural, Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e Belotur.

O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes através da utilização de recursos museais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Fruto da parceria entre a operadora TIM e a UFMG, o Espaço conta com o apoio da Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG.

Serviço:

Cartografias do Comum

Data: até o dia 17 de agosto

Local: Espaço do Conhecimento UFMG – Praça da Liberdade, 700

Entrada franca

Mais informações: www.espacodoconhecimento.org.br

Fonte: Rogério Dias – Assessor de comunicação / Espaço do Conhecimento UFMG 

XVI Semana da Amamentação do HCU-UFU‏


hospital de clinicas uberlandia

Com o tema “Amamentação: Um ganho para toda vida” tem início amanhã, 1°, e vai até o dia 7 de agosto, a  Semana da Amamentação. Em Uberlândia, o evento que está na 16º edição, é promovido pelo Hospital de Clínicas de Uberlândia da Universidade Federal de Uberlândia (HCU- UFU) com o apoio da secretaria Municipal de Saúde.

Este ano, o projeto ressalta a importância do Aleitamento Materno que proporciona nutrição de ótima qualidade, além de contribuir para a redução da mortalidade infantil, para o desenvolvimento cognitivo da criança, promover a saúde e a autonomia da mulher, assegurar a sustentabilidade ambiental e conferir benefícios econômicos para a família e a nação.

Como parte da programação, no dia 6 de agosto, no Anfiteatro do Bloco 2A – campus Umuarama, a partir de 12h30, serão realizadas palestra e mesas-redondas. O presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Luciano Borges Santiago, irá aborda o tema “Redução da mortalidade infantil”. A mesa-redonda “Promoção de igualdade de gênero e da autonomia das mulheres”, que terá a participação da  professora da Universidade de Uberaba e integrante da ONG SOS Mulher, Cláudia Regina Braga da Cruz, encerra as atividades do evento.

A Semana Mundial de Amamentação foi criada em 1992 pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (WABA) e acontece em mais de 120 países.

 

 

Ações incentivam, apóiam e promovem a amamentação

 

O Hospital de Clínicas de Uberlândia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) realiza, durante todo ano, ações de incentivo ao aleitamento materno. Por meio de palestras, reuniões e consultas individualizadas o ato é estimulado já durante o pré-natal e logo após o parto.

O HCU-UFU possui, também, um Banco de Leite Humano, que tem como objetivo a promoção e o apoio ao aleitamento. Por meio do Disque Amamentação, (34) 3218-2666, as mães podem esclarecer dúvidas e obter informações.

O serviço oferece ainda a Consulta de Amamentação, com pediatra, a todas as mães que procuram o Banco de Leite, independente, de terem tido ou não o bebê no HCU-UFU. O agendamento normalmente é feito para o mesmo dia, pois as dificuldades com o aleitamento devem ser resolvidas o mais rápido possível.

Mães de bebês prematuros, com dificuldades para amamentar, também contam com o Banco para retirar o leite e armazená-lo até que o bebê consiga sugar corretamente o peito. Outra função do Banco de Leite é incentivar a doação de leite humano, que passa por um rígido controle de qualidade, por meio de um processo de pasteurização e análise microbiológica e é oferecido aos bebês internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, no Berçário e de outras unidades do hospital com diferentes indicações clínicas.

 

Confira a programação completa, que acontece no dia 6 de agosto, quarta-feira:

 

Atividade Científica:

12h30 – 13h30  Inscrições

 

13h30 – 14h30  Abertura

 

14h00 – 14h30  Palestra: “Redução da mortalidade infantil”

Prof. Dr. Luciano Borges Santiago – UFTM (Uberaba – MG) / Presidente do Dep. Cientifico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria.

 

14h30 – 15h15  Mesa- redonda

 

14h30 – 14h45  Erradicação da extrema pobreza e da fome – Ass. Social Lilian Machado de Sá/ Secretária Municipal de Administração de Uberlândia-MG

 

14h45 – 15h Garantia do ensino básico universal – Prof.ª Dra. Maria José Ribeiro/ Instituto de Psicologia – UFU  

 

15h – 15h15 Garantia de sustentabilidade ambiental Prof.ª Dra. Marlene Teresinha de Muno Colesanti / Instituto de Geografia – UFU

 

15h15 – 15h45  Intervalo

 

15h45 – 16h45  Mesa-redonda

 

15h45–16h  estabelecimento de uma parceria mundial para o desenvolvimento – Nutricionista Ana Cláudia Montes Cardoso/ Secretaria Municipal de agropecuária e Abastecimento de Uberlândia – MG

 

16h – 16h15 Melhoria da saúde materna Prof.ª Dra. Maria Célia dos Santos/ Dep. De Ginecologia e Obstetrícia do HC/UFU

 

16h15 – 16h30 Combate ao HIV/AIDS, a malária e a outras doenças – Dr. José Humberto Caetano Martins / Dep. De Clínica Médica – Setor de Infectologia do HC/UFU

 

16h30 – 16h45 Promoção de igualdade de gênero e da autonomia das mulheres – Prof.ª  Cláudia Regina Braga da Cruz/ ONG SOS Mulher e UNIUBE (Uberlândia – MG)


Fonte: Assessoria de Imprensa

Café com Conhecimento discute a flexibilidade dos direitos autorais – 2 de agosto no Espaço do Conhecimento UFMG


Café com Conhecimento - Copyright e Copyleft

FLEXIBILIDADE DE DIREITOS AUTORAIS EM PAUTA NO CAFÉ COM CONHECIMENTO

 copyright ou “todos os direitos reservados” é a licença padrão do direito de propriedade, representada pelo símbolo ©. Trata-se de uma proteção aos conteúdos da criação individual ou coletiva, que impede a reprodução parcial ou total de qualquer obra sem autorização prévia do autor ou da empresa que o representa.

Na era dos compartilhamentos, das criações derivadas e coletivas e das trocas facilitadas pela cultura digital, surge uma nova e subversiva interpretação do direito autoral, o chamado Copyleft, que reserva os direitos de autoria mas defende a flexibilização destes a fim de permitir novas adaptações e criações a partir da obra original. Neste cenário, a questão dos velhos e novos formatos do direito de propriedade está distante de qualquer consenso e suscita discussões. 

Para debater o tema, o Café com Conhecimento do próximo sábado, 2 de agosto, conta com a presença do professor Alemar S. A. Rena, pesquisador das novas mídias, linguagens e políticas do comum, dentro e fora da cibercultura, e autor do livro Do autor tradicional ao agenciador cibernético: do biopoder à biopotência. Na ocasião, o convidado fará também um relançamento da obra.

O Café acontece às 11h, na cafeteria do Espaço do Conhecimento UFMG. O debate é aberto ao público e integra a programação da mostra O Comum e as Cidades, em cartaz até 3 de agosto. 

A existência de plataformas livres como o Linux e portais colaborativos como a Wikipedia é de conhecimento geral, bem como o aperfeiçoamento de softwares e informações através de processos de construção coletiva.

Os conteúdos, ferramentas e tecnologias resultantes dessas e outras práticas inventivas estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano, o que acarreta uma série de problemas no que diz respeito ao tradicional sistema de direitos autorais. 

De acordo com Alemar Rena, o conceito de propriedade intelectual, surgido nos dois últimos séculos, favorece empresas e autores ao restringir e eventualmente cobrar pela circulação de obras artísticas ou científicas, mas dificulta as criações derivadas e o compartilhamento livre das obras. A discussão sobre a propriedade intelectual é complexa e repleta de nuances. 

Ele explica, ainda, que há quem advogue a favor do copyright como uma proteção necessária ao autor e há, do outro lado, quem apoie a flexibilização dos direitos autorais por meio de propostas como o Copyleft e o Creative Commons, apontando para formas de fortalecer a riqueza e a diversidade cultural. 

“O importante é refletirmos sobre quem se beneficia com a propriedade sobre as obras. Em grande parte das situações a maior beneficiada é a própria indústria, que atua com foco nos interesses privados em detrimento da riqueza simbólica coletiva”, pontua. 

O professor acrescenta que entre as várias alternativas a essa realidade estaria um modelo em que, mesmo preservando os direitos autorais, as criações poderiam ser compartilhadas livremente e estariam abertas à reapropriação por terceiros.

“É uma lógica que não contribuiria apenas para a produção de bens simbólicos fechados, mas também para uma riqueza comum e aberta aos reúsos pelo corpo coletivo. A produção simbólica e cultural extrapolaria as esferas privada ou estatal, pertencendo, pelo menos em alguma medida, a ninguém e a todos ao mesmo tempo. Veja como exemplo a linguagem, que é um bem comum que não pode ser apropriado na maior parte do tempo. Posso criar uma palavra, uma gíria, uma expressão nova, mas não posso registrá-la em uma agência de Estado, restringindo seu uso cotidiano”, explica.

Alemar Rena acredita que a mesma lógica de compartilhamento deveria se aplicar aos materiais simbólicos com os quais estamos em contato diariamente, defendendo o potencial criativo da prática. “Creio que não se trata de acabar com o direito de propriedade sobre criações imateriais, mas flexibilizar os contextos em que as obras do intelecto podem ser livremente duplicadas e passadas adiante, ou ainda servirem de material parcial para a construção de novos trabalhos. Pense no sample, na música. Um pequeno fragmento de um sucesso, como uma frase cantada, uma levada de bateria, uma linha de baixo, pode servir ao músico como ponto de partida para a criação de outra obra. Ou, na literatura, passagens de um livro podem oferecer material para uma nova narrativa. Tudo isso já acontece em escala global, hoje com o computador e a internet; o que precisamos é debater, enquanto sociedade, quais os caminhos que desejamos dar a essa força sem termos que criminalizar as pessoas por isso”, conclui. 

Os Cafés do Espaço

Com o intuito de gerar um ambiente de encontro e intercâmbio de informações, o Espaço do Conhecimento UFMG promove atividades aos sábados em seu café, sempre no final da manhã, às 11 horas. O Café Controverso tem a participação de dois convidados com pontos de vista distintos sobre a temática discutida. Já o Café com Conhecimento é a oportunidade de conhecer e conversar mais sobre um determinado assunto, a partir da contribuição de uma pessoa especializada na questão. Em ambos, o público tem um papel fundamental para a dinâmica das discussões, uma vez que não atua somente como ouvinte, mas como participante ativo.

O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes através da utilização de recursos museais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Fruto da parceria entre a operadora TIM e a UFMG, o Espaço conta com o apoio da Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG. 

Serviço:

Café com Conhecimento: Copyright e Copyleft

Data: 2 de agosto, 11h

Local: Espaço do Conhecimento UFMG – Praça da Liberdade, 700

Entrada franca

Mais informações: www.espacodoconhecimento.org.br

Fonte: Rogério Dias – Espaço do Conhecimento UFMG

OSESP em agosto | 60 anos | turnê Brasil


OSESP 60 anos - Turnê Brasil 2014

Em agosto, a Osesp comemora oficialmente seus 60 anos. Além de um concerto de gala no dia 14/08, com transmissão digital online, a Orquestra empreende uma turnê por cinco capitais brasileiras e convida para os concertos do mês artistas como o regente Giancarlo Guerrero, o pianista Dmitry Mayboroda, o saxofonista Timothy McAllister e o duo de pianistas Brad Mehldau e Kevin Hays. Também o Coro da Osesp celebra seu aniversário com a turnê Especial 20 Anos, pela capital paulista.Nas duas primeiras semanas, o regente Giancarlo Guerrero comanda a Osesp em dois programas, recebendo, na segunda, o jovem pianista russo Dmitry Mayboroda como solista dos programas da Orquestra e em recital solo. 

Na semanas seguintes, a titular Marin Alsop assume a batuta da Osesp, primeiro com a estreia latino-americana do Concerto Para Saxofone, de John Adams (coencomenda com as Sinfônicas de Sidney, Saint Louis e Baltimore), tendo o saxofonista norte-americano Timothy McAllister como solista. Depois, rumo à Turnê Brasil, que percorrerá cinco capitais brasileiras: Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba. 

Paralelamente, o Coro da Osesp, regido por Naomi Munakata, realiza ao longo de duas semanas (12 a 30/08), a turnê Especial 20 Anos, se apresentando por igrejas e espaços culturais da capital paulista, em comemoração aos vinte anos de sua fundação. 

Na última semana do mês, a atração convidada da Temporada da Osesp é a dupla de pianistas norte-americanos Brad Mehldau e Kevin Hays, com o projeto Modern Music – trabalho colaborativo com o compositor e arranjador Patrick Zimmerli –, interpretando jazz e música clássica contemporânea, além de obras originais para formação de dois pianos.

Os concertos da Osesp são uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura. 

OSESP COM GIANCARLO GUERRERO (REGENTE) | OBRAS DE SIERRA, COPLAND, SANTORO E BERNSTEIN | 31/JUL, 01 E 02 AGOSTO | 03/AGO: ENCERRAMENTO DO FESTIVAL DE CAMPOS DO JORDÃO

 O maestro costarriquenho Giancarlo Guerrero (diretor musical da Sinfônica de Nashville) destaca quatro compositores das Américas nesse programa, que abre com Fandangos [12 min], do portorriquenho Roberto Sierra; segue com Appalachian Spring, do norte-americano Aaron Copland; Brasiliana [14 min], do amazonense Claudio Santoro; e encerra com a suíte sinfônica On The Waterfront [23 min], do norte-americano Leonard Bernstein (Compositor Transversal da Temporada 2014). 

O mesmo repertório será apresentado no encerramento do 45º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, no domingo, 03/08, às 16h, no Auditório Claudio Santoro. 

Informações sobre os concertos:

- Sala São Paulo, 31/07, 01 e 02/08:

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=2989

- Festival de Inverno de Campos do Jordão, 03/08, 16h:

http://www.festivalcamposdojordao.org.br/programacao/20140803/ 

Saiba mais sobre Giancarlo Guerrero:

http://www.intermusica.co.uk/guerrero

OSESP COM GIANCARLO GUERRERO (REGENTE) E DMITRY MAYBORODA (PIANO) | OBRAS DE MOZART, STRAUSS E GRIEG | 07 A 09 AGOSTO

 Giancarlo Guerrero continua à frente da Osesp, que recebe o jovem prodígio do piano Dmitry Mayboroda. Com apenas 21 anos, o pianista russo já foi premiado em importantes competições internacionais e tem se apresentado em turnês e ao lado de prestigiosas orquestras pelo mundo. 

O programa abre com a Sinfonia nº 31 em Ré Maior, KV 297 – Paris Com Andante [18 min], de Mozart, seguindo com a peça Don Juan, Op.20 [17 min], de Richard Strauss, e terminando com o Concerto Para Piano em Lá Menor, Op.16 [30 min], de Edvard Grieg, com Dmitry Mayboroda como solista. 

Na quinta-feira (07/08), às 10h, o público poderá acompanhar o Ensaio Aberto, com ingressos a R$ 10,00. 

Informações sobre os concertos:

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=2990 

Saiba mais sobre Dmitry Mayboroda:

http://artists-classic.com/en/dmitry-mayboroda/ 

SOLISTAS DA OSESP | CONCERTOS DO CORO ACADÊMICO DA OSESP | REGÊNCIA: MARCOS THADEU | 07 E 09 AGOSTO

 A série Solistas da Osesp apresenta os músicos da Osesp em variadas formações, no ambiente intimista da Sala do Coro, sempre antes dos concertos da Orquestra. 

O Coro Acadêmico da Osesp, sob a regência de Marcos Thadeu, traz um programa com obras dos compositores Benjamin Britten, Zoltán Kodály, Arvo Pärt, Laércio Resende, incluindo três peças de James MacMillan (compositor visitante da Temporada 2014). Os concertos acontecem na quinta, 07/08, às 19h, e no sábado, 09/08, às 14h45. 

Informações sobre os concertos:

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=2966 

OSESP EM CONCERTO MATINAL GRATUITO | GIANCARLO GUERRERO (REGENTE) | OBRAS DE MOZART E RICHARD STRAUSS | DOMINGO, 10 AGOSTO, 11H 

No domingo, 10/08, às 11h, a Osesp, sob a batuta de Giancarlo Guerrero, apresenta um concerto gratuito com a Sinfonia nº 31 em Ré Maior, KV 297 – Paris Com Andante [18 min], de Mozart, e Don Juan, Op.20 [17 min], de Richard Strauss. 

Os ingressos estarão disponíveis na bilheteria da Sala São Paulo a partir da segunda-feira anterior ao concerto, limitados a quatro por pessoa. A partir de cinco ingressos, será cobrado o valor de R$ 2,00 por ingresso.  

RECITAL DE DMITRY MAYBORODA (PIANO) | OBRAS DE CHOPIN E RACHMANINOV | DOMINGO, 10 AGOSTO, 16H 

Dmitry Mayboroda se apresenta em recital na Sala São Paulo no dia 10/08, às 16h, depois de tocar durante a semana como solista dos programas da Osesp. O pianista interpreta obras de dois compositores do período romântico, marcadas pelo grande virtuosismo: de Chopin, Noturnos, Valsas, Polonaises e Baladas; e, de Rachmaninov, a Sonata nº 1 Para Piano em Ré Menor, Op.28. 

Nascido em 1993, em Moscou, Mayboroda foi premiado em diversas competições internacionais, como o VII Dedication to Franz Liszt International Young Pianists’ e o VI Tchaikovsky International Young Musicians’ Competition. Tocou em importantes festivais pelo mundo, em Rheingau (Alemanha), São Petersburgo (Rússia), e Campos do Jordão (Brasil); realizou turnês pela França, Áustria, Alemanha, Itália, Grã-Bretanha e EUA, e já se apresentou junto a consagradas orquestras, como a Sinfônica de Viena, a Filarmônica de Helsinki, a Filarmônica de Londres, a Orquestra Nacional da Bélgica e a Orquestra do Teatro Mariinsky, entre outras. 

Informações sobre o concerto:

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=2957 

Saiba mais sobre Dmitry Mayboroda:

http://artists-classic.com/en/dmitry-mayboroda/. 

CORO DA OSESP | TURNÊ ESPECIAL 20 ANOS | 12 A 30 DE AGOSTO

O Coro da Osesp, sob a regência de Naomi Munakata, celebra seu aniversário de vinte anos com uma turnê pela capital paulista, entre os dias 12 e 30 de agosto, levando concertos gratuitos por diversos espaços e bairros da cidade. O programa inclui obras eruditas e populares de autores como Clement Janequin, Monteverdi, Francis Poulenc, Aylton Escobar, Heitor Villa-Lobos, Tom Jobim e Dorival Caymmi, entre outros. 

12/08, terça-feira, às 15h

Igreja Nossa Senhora da Paz | Rua do Glicério, 225

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3217 

13/08, quarta-feira, às 13h

Igreja Metodista | Av. Liberdade, 659

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3222 

14/08, quinta-feira, às 21h

Sesc Santana | Av. Luiz Dumont Villares, 579

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3218 

15/08, sexta-feira, às 12h30

CCBB | Rua Álvares Penteado, 112

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3223 

16/08, sábado, às 18h30

Instituto Tomie Othake | Rua Coropés, 88

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3228 

17/08, domingo, às 12h

Pateo do Colégio | Praça Pateo do Collegio, 2

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3224 

21/08, quinta-feira, às 21h

Sesc Vila Mariana | Rua Pelotas, 141

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3219 

22/08, sexta-feira, às 20h

Sesc Bom Retiro | Alameda Nothmann, 185

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3225

23/08, sábado, às 18h

Igreja Santo Antonio do Pari | Rua Rodrigues dos Santos, 821

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3220

27/08, quarta-feira, às 21h

Sesc Santo Amaro | Rua Amador Bueno, 505

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3226

28/08, quinta-feira, às 19h

MASP | Av. Paulista, 1578

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3221 

30/08, sábado, às 11h

Pinacoteca do Estado de São Paulo | Praça da Luz

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=3227 

OSESP 60 ANOS | TRANSMISSÃO DIGITAL | MARIN ALSOP E TIMOTHY MCALLISTER | ESTREIA LATINO-AMERICANA DO CONCERTO PARA SAXOFONE DE JOHN ADAMS | 14 A 16 DE AGOSTO

A Osesp, sob a regência de Marin Alsop, inicia as apresentações dessa semana com um concerto de gala, na quinta-feira, 14 de agosto, às 21h, com transmissão digital ao vivo pelo site www.concertodigital.com.br, marcando a celebração oficial dos 60 anos da Orquestra. 

O repertório abre com a “Alvorada”, da ópera Lo Schiavo, de Carlos Gomes [8 min], seguida pela estreia latino-americana do Concerto para Saxofone, de John Adams [32 min], uma coencomenda da Osesp com as Sinfônicas de Sidney, Saint Louis e Baltimore, e termina com a Sinfonia nº 5 em Mi Menor, Op.64, de Tchaikovsky [50 min]. 

Concerto para Saxofone foi escrito especialmente para Timothy McAllister, músico que domina o instrumento tanto no repertório erudito como no jazzístico, e teve como inspiração os grandes saxofonistas de jazz, da era do swing até John Coltrane, Eric Dolphy e Wayne Shorter. Adams já utilizou o saxofone como instrumento de destaque em várias composições de sua autoria, influenciado por seu pai, que tocava em bandas de jazz e possuia uma coleção de discos de grandes mestres do sax.  

Na quinta-feira (14/08), às 10h, o público poderá acompanhar o Ensaio Aberto, com ingressos a R$ 10,00. 

Informações sobre os concertos:

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=2991 

Veja os depoimentos de John Adams e Timothy McAllister sobre a obra:

https://www.youtube.com/watch?v=ChiynCzpuYQ 

Saiba mais sobre Timothy McAllister:

http://www.timothymcallister.com/

OSESP 60 ANOS | TURNÊ BRASIL 2014 | 17 A 23 DE AGOSTO

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp faz 60 anos em 2014 e, como parte das comemorações, viaja em turnê por cinco capitais brasileiras na segunda quinzena do mês de agosto, tendo à frente sua diretora musical e regente titular Marin Alsop e o jovem pianista russo Dmitry Mayboroda, como solista convidado. 

De 17 a 23/08, a Orquestra passa por Salvador (Teatro Castro Alves, 17/08), Rio de Janeiro (Cidade das Artes, 19/08), Belo Horizonte(Palácio das Artes, 21/08), Porto Alegre (Theatro São Pedro, 22/08) e Curitiba (Teatro Positivo, 23/08). 

O programa inclui obras representativas das principais vertentes estéticas contempladas pela Temporada da Osesp, demonstrando a vocação local e global da Orquestra, integrada ao circuito internacional da música clássica, e abrange tanto o repertório nacional, de diversos períodos e tendências, como peças que fazem parte do cânone sinfônico executado pelas melhores orquestras do mundo. 

A apresentação abre com “Alvorada”, da ópera Lo Schiavo, de Carlos Gomes (de onde é tirado o toque de trompete que é a assinatura sonora da Sala São Paulo). 

Em seguida, vem o Concerto Para Piano em Lá Menor, Op.16, de Grieg, solado pelo pianista Dimitry Mayboroda, um legítimo representante das novas gerações, com projeção internacional. 

Para encerrar, a Osesp interpreta a Sinfonia nº 5 em Mi Menor, Op. 64, de Tchaikovsky, obra de grande tradição sinfônica, que explora ao máximo os talentos dos músicos da Orquestra, sob a direção de Marin Alsop. 

SALVADOR | 17/08 (DOM), ÀS 18H

Teatro Castro Alves

Praça Dois de Julho, s/n

Campo Grande, Salvador , BA

Tel: (71) 3535-0600

RIO DE JANEIRO | 19/08 (TER), ÀS 20H

Cidade das Artes

Av. das Américas, 5300

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ

Tel: (21) 3325-0102 

BELO HORIZONTE | 21/08 (QUI), ÀS 20H

Palácio das Artes

Avenida Afonso Pena, 1.537

Centro, Belo Horizonte, MG

Tel: (31) 3236-7400 

PORTO ALEGRE | 22/08 (SEX), ÀS 20H

Theatro São Pedro

Praça Marechal Deodoro

Centro, Porto Alegre, RS

Tel: (51) 3227-5100 

CURITIBA | 23/08 (SÁB), ÀS 20H

Teatro Positivo

Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300

Campo Comprido, Curitiba, PR

Tel: (41) 3317-3000  

Saiba mais sobre Dmitry Mayboroda:

http://artists-classic.com/en/dmitry-mayboroda/ 

OSESP 60 ANOS 

Casa de várias gerações de instrumentistas e regentes, a Osesp sempre busou a excelência musical e a democratização da música clássica. Graças ao esforço conjunto de músicos, funcionários, administradores, conselheiros, apoiadores, colaboradores e assinantes, hoje a Osesp tem uma trajetória consolidada no Brasil e pode se orgulhar de sua carreira internacional, seja em turnês, seja em gravações para renomados selos.  

Também os programas educativos e de formação de plateias da Fundação Osesp são motivo de orgulho: o Descubra a Orquestra continua a receber em 2014 cerca de 120 mil crianças e adolescentes e mais de mil professores das redes pública e privada, e o público espectador a ter acesso a palestras e encontros sobre o universo da música de concerto, com artistas convidados e especialistas no assunto. 

Os projetos para formação de jovens seguem firmes, como a Academia da Osesp, os Coros Infantil, Juvenil e Acadêmico da Osesp e as masterclasses com artistas da Temporada (sem falar no Festival de Inverno de Campos do Jordão, que, desde 2012, voltou a ser organizado pela Fundação Osesp).  

Reforçam essas ações os concertos a preço popular, os concertos matinais gratuitos, os concertos digitais, as gravações do Selo Digital Osesp (para download gratuito), as edições da Revista Osesp e os projetos de edição e publicação de partituras do Centro de Documentação Musical e da editora Criadores do Brasil, além dos programas de difusão pela Rádio e TV Cultura.

A Fundação Osesp conta com a subvenção do Governo do Estado de São Paulo e tem direção executiva de Marcelo Lopes, direção artística de Arthur Nestrovski e direção musical e regência titular de Marin Alsop.  

OSESP CONVIDA: BRAD MEHLDAU E KEVIN HAYS | PROJETO MODERN MUSIC (DOIS PIANOS) | 28 A 30 DE AGOSTO

Na última semana de agosto, a Osesp convida a dupla de pianistas norte-americanos Brad Mehldau e Kevin Hays para apresentar o projeto Modern Music, um trabalho colaborativo com o compositor e arranjador Patrick Zimmerli, em que os dois pianistas interpretam jazz e música clássica contemporânea, além de obras originais para a formação de dois pianos.

Brad Mehldau colaborou intensamente com jazzistas como Joshua Redman, Pat Metheny, Charlie Haden e Lee Konitz. Em 2008, recebeu do Carnegie Hall a encomenda para compor um ciclo com sete canções de amor para a mezzo soprano Anne Sofie von Otter, lançadas no CD Love Songs (Naïve, 2010). Entre os muitos discos lançados, destacam-se a série The Art of The Trio (Nonesuch, 2011), Brad Mehldau Live in Tokyo (Nonesuch, 2004), Live in Marciac (Nonesuch, 2011) e Largo (Warner Bros, 2002). Na temporada de 2010-1, tornou-se o primeiro músico de jazz a ser indicado para a Richard And Barbara Debs Composer’s Chair do Carnegie Hall, antecedido por compositores como Louis Andriessen (2009-10), Elliott Carter (2008-9), e John Adams (2003-7). 

O pianista e compositor Kevin Hays tem mais de uma dúzia de discos lançados, entre osquais Seventh Sense (Blue Note, 2008), indicado como um dos melhores discos de jazz doano pela Musician Magazine; e Andalucia (Blue Note, 2007), com o baixista Ron Carter e o baterista Jack DeJohnette, que recebeu quatro estrelas da revista DownBeat. Colaborou em gravações e shows com músicos como Sonny Rollins e John Scofield. Seu disco For Heaven’s Sake (Jazz Eyes, 2006) foi eleito o melhor do ano pela revista The New Yorker e recebeu quatro estrelas na revista Jazzman. 

Informações sobre os concertos:

http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=2958 

Saiba mais sobre o Projeto Modern Music:

http://www.bradmehldau.com/modern-music/#.U8hDdJRdXq0

https://www.youtube.com/watch?v=0gC0A3_yrlY 

REVISTA OSESP

Acesse o link e leia conteúdos relacionados aos programas:

http://www.osesp.art.br/portal/paginadinamica.aspx?pagina=revistaosesp

OSESP 60 ANOS

Saiba mais:

http://www.osesp.art.br/portal/paginadinamica.aspx?pagina=linhadotempo  

SALA SÃO PAULO – SERVIÇO

Praça Júlio Prestes, 16

Bilheteria: (11) 3223-3966 (Sala São Paulo: 1340 lugares | Sala do Coro: 150 lugares)

Recomendação etária: 7 anos

Ingresso Rápido: (11) 4003-1212; www.ingressorapido.com.br 

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.

Estacionamento: R$ 20,00 (611 vagas, sendo 20 para portadores de necessidades especiais e 33 para idosos).

Aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pública têm 50% de desconto, mediante comprovação em todas as atividades.

Fonte: Alexandre Félix – Depto de Comunicação / Fundação Osesp

Flip abre nesta quarta com homenagem a Millôr Fernandes


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A programação principal da Flip 2014 conta com 47 autores de 15 nacionalidades, a maioria em participação inédita. A edição homenageia Millôr Fernandes, que esteve entre os convidados da primeira edição da Flip, em 2003, e traz duas novidades: o Show de Abertura, com a cantora Gal Costa, é gratuito, assim como a transmissão ao vivo da programação principal no telão.

Entre os diversos recortes da programação estão humor, arquitetura, ciência, pensamento indígena e crítica ao poder,característica do homenageado. Para as programações da Flipinha e da FlipZona, acesse os menus superiores correspondentes e, para a programação da FlipMais, o menu ao lado.

Saiba mais em

http://www.flip.org.br/flip2014.php

 

Castelo Rá-Tim-Bum – A exposição


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O MIS apresenta a mostra Castelo-Rá-Tim-Bum – A exposição, uma homenagem ao programa infantil da TV Cultura que em 2014 completa 20 anos do início de sua veiculação.

Concebida pela equipe do Museu da Imagem e do Som com apoio da TV Cultura/Fundação Padre Anchieta, a mostra é um tributo ao programa que é considerado um dos melhores produtos audiovisuais da história da televisão brasileira.

A exposição, que ocupará o primeiro e o segundo andares do Museu, é dividida em duas partes. Em uma delas, os visitantes irão conferir peças do acervo, muitas delas recuperadas e restauradas pelo MIS, como objetos de cena, fotografias, figurinos dos personagens e trechos do programa que até hoje são hit, como Lavar as mãos, música de Arnaldo Antunes. Depoimentos gravados pelos atores do elenco original especialmente para a exposição complementam esta parte. Em outra, uma experiência lúdica espera os visitantes, que poderão literalmente entrar no Castelo. Para tanto, mais de dez ambientes, como o saguão e a biblioteca, serão recriados. O público também poderá ver de perto bonecos originais, como o Gato Pintado, o monstro Mau, a cobra Celeste e as botas Tap e Flap. 

Programação paralela
Para completar a exposição, o MIS preparou uma programação paralela especial. Nos finais de semana, serão apresentados espetáculos com alguns dos principais atores do elenco, como Rosi Campos (Morgana) e Angela Dip (Penélope). O Núcleo Educativo do Museu oferecerá uma série de oficinas artísticas gratuitas voltadas para o público geral e professores. O MIS também apresenta cursos relacionados ao Castelo, entre eles está Stop Motion: Ratinho Castelo Rá-Tim-Bum (13 de agosto a 5 de setembro), que levará o participante a conhecer a clássica técnica de animação: a massinha.
 
Sobre o programa
Castelo Rá-Tim-Bum foi um programa de televisão brasileiro voltado para o público infanto-juvenil, produzido e transmitido pela TV Cultura entre 1994 e 1997. O programa foi parcialmente inspirado no também educativo Rá-Tim-Bum, e deu origem a uma franquia televisiva, da qual também faz parte Ilha Rá-Tim-Bum. O Castelo é uma criação do dramaturgo Flávio de Souza e do diretor Cao Hamburger, com roteiros de Dionisio Jacob (Tacus), Cláudia Dalla Verde, Anna Muylaert, entre outros.
 
Com a colaboração de 250 profissionais entre diretores, atores, equipe de efeitos visuais, cenógrafos, pintores, marceneiros, músicos, professores de português, especialistas em pedagogia, o Castelo Rá-Tim-Bum foi eleito o melhor programa infantil de 1994 pela Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA. Ainda em 1994 e 1995, recebeu a medalha de prata na categoria melhor programa infantil do Festival de Nova York; em 1995, ganhou o Prêmio Sharp de Música para o melhor disco infantil; e entre 1999 e 2001 a série foi exibida para toda América Latina pelo canal a cabo Nickelodeon. 
 
A audiência da série foi considerada um sucesso para a TV Cultura, com uma média de 12 pontos, índice jamais alcançado por uma série educativa ou por um programa da emissora. 

Ingressos na bilheteria
R$ 10 (inteira) R$ 5 (meia) | À venda exclusivamente na Recepção MIS 
(terças a sextas, das 12h às 21h30h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h30) a partir de 16/7 

Ingressos antecipados – (ESGOTADOS)
R$ 30 (inteira) R$ 15 (meia) |
 À venda pelo site: www.ingressorapido.com.br
*Com o bilhete comprado pela internet, o visitante acessa diretamente a recepção do museu para a impressão do ingresso;
**Será indispensável a apresentação do comprovante de meia entrada no momento do acesso à exposição;
***Caso os ingressos online estejam esgotados, há a opção de compra diretamente na bilheteria, no dia da visita

Fonte: http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&op=programacao_interna&id_event=1602

45 anos da Missão Apollo 11


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Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo e a primeira a realizar uma alunagem, no dia 20 de julho de 1969. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin ‘Buzz’ Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu a meta proposta pelo Presidente John F. Kennedy em 25 de maio de 1961, quando, perante o Congresso dos Estados Unidos, afirmou que: “Eu acredito que esta nação deve comprometer-se em alcançar a meta, antes do final desta década, de pousar um homem na Lua e trazê-lo de volta à Terra em segurança”— Pres. Kennedy, 25 de maio de 1961. Composta pelo módulo de comando Columbia, o módulo lunar Eagle e o módulo de serviço, a Apollo 11, com seus três tripulantes a bordo, foi lançada de Cabo Canaveral, na Flórida, às 13:32 UTC de 16 de julho, na ponta de um foguete Saturno V, sob o olhar de centenas de milhares de espectadores que enchiam estradas, praias e campos em redor do Centro Espacial Kennedy e de milhões de espectadores pela televisão em todo o mundo, para a histórica missão de oito dias de duração, que culminou com as duas horas e quarenta e cinco minutos de caminhada de Armstrong e Aldrin na Lua. […]

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Apollo_11

Saiba mais:

Copa do Mundo no Brasil produz dobro de emissões de carbono em relação a evento de 2010


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Um voo comercial da Alemanha ao Rio de Janeiro para ver a final da Copa do Mundo e depois voltar para a Europa gerou o equivalente a um milhão de quilos de dióxido de carbono. Um único voo de 300 passageiros.

Imaginem as emissões que geraram não apenas os milhares de voos para e dentro do Brasil, mais os milhões de deslocamentos terrestres entre as 12 sedes da Copa para viver ao vivo a emoção do campeonato de futebol.

O cálculo já foi feito: o Mundial 2014 gerará 2,72 milhões de toneladas de CO2, quase o dobro do 1,62 milhão de toneladas do campeonato da África do Sul há quatro anos e três vezes mais do que na Alemanha em 2006.

As estimativas são da própria FIFA. A entidade aponta que mais de 80% das emissões desta edição foram produto das viagens por terra dos milhões de visitantes por todo o território brasileiro. Tudo isso sem contar a demanda de energia produzida por milhões de televisões ligadas para ver a atuação das principais figuras do futebol mundial.

Isto equivale à contaminação gerada por 534 mil veículos em circulação durante um ano, segundo a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.

As autoridades destacaram, no entanto, que apesar desta Copa ter sido a mais poluidora da história, também foi a mais sustentável. Estabeleceu “um precedente na gestão ambiental dos grandes eventos esportivos”, segundo afirmou na semana passada a ministra brasileira do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Ela ressaltou o novo design mais ecológico dos novos estádios, alguns construídos ou modernizados com tecnologias para aproveitar a água da chuva, a luz solar, as fontes renováveis de energia e a iluminação de baixo consumo energético, entre outras. O Brasil fez diversas parceiras com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) para tentar neutralizar ou evitar as emissões (leia aqui).

Meio ambiente vs espetáculo

Com cada vitória ou derrota das últimas seis semanas, os torcedores compareceram em massa ao Brasil para animar suas seleções ou voltar para suas casas. Calcula-se que quase quatro milhões de turistas do mundo todo viajaram no último mês, atraídos pela chance de ser parte da história da Copa.

O espetáculo da Copa se alimenta disso, mas em termos ecológicos isso representa também quase quatro milhões de pessoas a mais para alimentar, alojar, transportar. Elas também precisam de água e saneamento e produzem lixo, um problema que cresce em todo o mundo.

É uma pegada ecológica importante que podemos ver, sobretudo, concentrada nas grandes cidades latino-americanas.

“Embora só a metade da população mundial more em cidades, elas consomem mais de dois terços da produção global de energia e são responsáveis por 70% das emissões de dióxido de carbono”, afirma Xiaomei Tan, especialista em mudança climática do Fundo para o Meio Ambiente Mundial (FMAM). “Temos que reconhecer o papel chave das cidades para o desenvolvimento sustentável, além dos riscos de não atuar agora”, acrescenta.

Este aviso aponta diretamente para a América Latina, cuja taxa de urbanização é de 80% e abriga 4 das 30 megacidades do mundo. Além disso, depois de uma década de crescimento, cerca de 30% da população já é considerada de classe média e procura oportunidades para desfrutar de seu novo patamar social, o que inclui viajar para o exterior para eventos como a Copa do Mundo.

Pensando em um contexto pessimista, segundo os especialistas, se não agir agora, a América Latina será uma das regiões mais assoladas, caso o pior se torne realidade e a temperatura mundial aumente quatro graus até o final deste século.

O FMAM, o Banco Mundial e outras organizações de meio ambiente trabalham em vários projetos para aumentar a capacidade de “resiliência” das cidades. Uma destas iniciativas acontece em São Paulo, onde alguns ônibus usam baterias de combustível de hidrogênio para se alimentar, em vez de petróleo, para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Isso abre caminho para a produção comercial de meios de transporte que utilizem hidrogênio em vez de diesel.

Outras medidas, de relativamente fácil aplicação e que não requerem grandes investimentos, focam nos padrões de conduta humana. Elas incluem, por exemplo, evitar longos deslocamentos para realizar compras – utilizando a internet ou produtos locais, por exemplo – e o uso de métodos de transporte alternativos como as bicicletas, de acordo com Xiaomei Tan.

Agora, começa a contagem regressiva para outra grande disputa esportiva: os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. Estará o Brasil, um dos 17 países com maior biodiversidade do mundo, preparado para um novo impacto ambiental?

Fonte: http://www.onu.org.br/copa-do-mundo-no-brasil-produz-dobro-de-emissoes-de-carbono-em-relacao-a-evento-de-2010/